Chayanne — Santa Sofía letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Santa Sofía" de Chayanne.
Letra
Porque yo s© que las almas se juntan
Y que los cuerpos en vida se cruzan
Porque la vida es as misteriosa
Quiero que sepas que no pienso en otra cosa
Y en tu boquita, tu risa, y tu pelo
Y tus besitos, que rezan en mi credo
Que tє mujer, me has estado llevando
En un colapso que pinta en un infarto
Y yі, sin libertad
cargando las cadenas de la soledad
Y tє sin mЎs ni mЎs que nunca llamarЎs
Flaco hasta los huesos, vivo en agona
Esto no se cura con penicilina
Me he ba±ado todo, en ague bendita
Y le he puesto velas a Santa Sofa.
Soy un disidente de la psiquiatra
Un invertebrado sin anatoma
Una media cosa, una cosa fra
Que si tє no vuelves se le va la vida
Porque mis rezos no llegan al cielo
Y mis promesas son palos de un ciego
Porque no soy matador ni torero
Quiero que sepas nena ma que no puedo
Con esa pena que es como una espada
Que me ha dejado cortado en dos tajadas
Y que los das me importan un bledo
Y lo que viene, sin t yі no lo quiero
Y yі, sin libertad
Cargando las cadenas de la soledad
Y tє sin mЎs ni mЎs que nunca llamarЎs.
Flaco hasta los huesos, vivo en agona
Esto no se cura con penicilina
Me he ba±ado todo en agua bendita
Y le he puesto velas a Santa Sofa
Soy un disidente de la psiquiatra
Un invertebrado sin anatoma
Una media cosa, una cosa fra
Que si tє no vuelves se le vЎ la vida.
Santa Sofa…
Santa Sofa…
Flaco hasta los huesos, vivo en agona
Esto no se cura con penicilina
Me he ba±ado todo en agua bendita
Y le he puesto velas a Santa Sofa.
Soy un disidente de la psiquiatra
Un invertebrado sin anatoma
Una media cosa, una cosa fra
Que si tє no vuelves, se le vЎ la vida.
Santa Sofa…
Santa Sofa…
Flaco hasta los huesos, vivo en agona
Esto no se cura con penicilina
Me he ba±ado todo en agua bendita
Y le he puesto velas a Santa Sofa
Soy un disidente de la psiquiatra
Un invertebrado sin anatoma
Una media cosa, una cosa fra
Que si tє no vuelves, se le vЎ la vida.
Tradução da letra
Porque eu s© que as almas se reúnem
E que os corpos em vida se cruzam
Porque a vida é tão misteriosa
Quero que saibas que não penso em mais nada
E na tua boquinha, no teu riso, e no teu cabelo
E os teus beijos, que rezam no meu credo
Que tє mulher, você tem me levado
Em um colapso que pinta em um infarto
E yi, sem liberdade
carregando as correntes da solidão
E tє sem mYs nem mYs que nunca chamarys
Magro até os ossos, vivo em agona
Isso não é curado com penicilina
Eu fiz tudo, em ague bendita
E pus velas no Santa Sofa.
Sou um dissidente da psiquiatra
Um invertebrado sem anatoma
Uma meia coisa, uma coisa fra
Se o tє não voltar a vida desaparece
Porque as minhas orações não chegam ao céu
E as minhas promessas são paus de um cego
Porque não sou matador nem Toureiro
Quero que saibas querida mãe que não posso
Com essa pena, que é como uma espada
Que me deixou cortado em duas fatias
E que os dás não quero saber
E o que vem, sem T yi eu não quero
E yi, sem liberdade
Carregando as correntes da solidão
E tє sem mYs nem mYs você nunca chamarys.
Magro até os ossos, vivo em agona
Isso não é curado com penicilina
Fiz tudo em água benta
E pus velas no Santa Sofa
Sou um dissidente da psiquiatra
Um invertebrado sem anatoma
Uma meia coisa, uma coisa fra
Que se você tє não voltar você vai vY vida.
Santa Sofa…
Santa Sofa…
Magro até os ossos, vivo em agona
Isso não é curado com penicilina
Fiz tudo em água benta
E pus velas no Santa Sofa.
Sou um dissidente da psiquiatra
Um invertebrado sem anatoma
Uma meia coisa, uma coisa fra
Que se você tє não voltar, você vai vY vida.
Santa Sofa…
Santa Sofa…
Magro até os ossos, vivo em agona
Isso não é curado com penicilina
Fiz tudo em água benta
E pus velas no Santa Sofa
Sou um dissidente da psiquiatra
Um invertebrado sem anatoma
Uma meia coisa, uma coisa fra
Que se você tє não voltar, você vai vY vida.