Charly Efe — Algunos Hombres Buenos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Algunos Hombres Buenos" de Charly Efe.

Letra

Está lloviendo ahí fuera, timbres y pérdidas
Obesidades mórbidas de MC’s que comen mierda
Y yo en esta maraña de hojas secas
De días y traiciones, de cabezas huecas
Piensa en el día en que no me necesites
Estás mucho más cerca de él que de encontrarme
Fuera de tu jurisdicción sin ninguna prudencia
Bajo de los escenarios me pongo con mis yonkis
De ciego escucho hasta a tus compis
¿cómo es eso de que rompes?, no te creo, mientes
Mira mis frases creando imperios como Onassis
Sujeto un vía crucis y acabo muerto donde naces
Te maldigo pero te necesito
Sigo fuera de control como un proscrito
Con los aullidos del crepúsculo me debilito
Escribo «El grito» y debajo del poema sigue buscando chico
Lo que escribo lo predico, no soy ejemplo
Ni soy un vendido ni voy sudando de los números
Lo de partiros ahí arriba me sale hasta sin química
Rimar después de la caja se llama técnica
Te escribo a tientas, cuento por cientos
El hombre de la nada sufre tu silencio
En las encías ni rastro del combate que presencio
Es el amor haciendo de las suyas por impulso
Te hablo de eso, de aquello, ojos desérticos
Todo lo que es humo acabó ardiendo
Estoy cansado y roto como el tiempo
El hombre y el poeta, tú contra todos mis miedos
Iba mi tristeza pidiendo limosnas a lo lejos
Intentan sujetarme los pongo firmes
Olvida todo y nada teme
Se le llenan las pupilas de invierno y de soberbia cuando escribe
Dime que ves en estos sueños huérfanos
Desátanos me dicen mis locuras a destiempo
A tus putos discos les pongo acento
Intento que sintáis que mis letras os lloran a kilómetros
Veinteañeros hablándome de calle
Yo ya estaba antes de que salieras por la polla de tu padre
Quiero que se coman esta frase y que se bajen
Que se piren os parto tantas veces que ya ni se
Días grises como el rencor de esos cabrones
Ando el camino de los muertos destrozándome
Si me ves déjame caer, lo digo siempre
No quieras ser la chica que me psicoanalice
Que si joder que puedes irte bombean pestes
A cuestas cargo con mis putas obsesiones
Me quieres contra todo pronóstico
Me hieres por el hilo telefónico
Y yo me hago el loco no es que lo sea
Mis amigos saben que les doy lo que no quieras
Tengo en los labios alcohol y brea, papiroflexia
De escribirte en servilletas palabras rotas
Y si me pierdo entre las sombras te lo ruego
Aléjate de mi tú que puedes, me prendo fuego
Me bato en duelo contra el hombre del espejo
Arrojo la cena después de las rayas fijo
No sé si lo consigo, no sé si acierto
Despierto con un tiro es el propósito de enmienda
Ayer juré tu amor bajo mis prendas
Hoy seré pa ti leyenda y pa esos mierdas
Dolor en la tierra que sembraste para mi algún día
Ya no te quedan ni las fuerzas
Lo hicimos grande por inercia recuerdo al Loren y al Chico
En esa ventana de aquella carretera
Deja que me pudra en la lejanía
Como una oración incomprendida y necesaria
Pilla mis rollos o cambia de acera
Solo yo derribo los muros de mi inconsciencia
La muerte en esa selva será un alivio
La paz esperada donde matas al olvido
La redención que merezco será
Dulce y definitiva, pues soy un proscrito
La muerte en esa selva será un alivio
La paz esperada donde matas al olvido
La redención que merezco será
Dulce y definitiva, pues soy un proscrito
Dime que ves en estos sueños huérfanos
Desátanos me dicen mis locuras a destiempo
A tus putos discos les pongo acento
Intento que sintáis que mis letras os lloran a kilómetros

Tradução da letra

Está chovendo lá fora, campainhas e perdas
Obesidades mórbidas do MC's que comem merda
E eu neste emaranhado de folhas secas
De dias e traições, de cabeças ocas
Pensa no dia em que não precisares de mim
Estás muito mais perto dele do que de me encontrar
Fora da sua jurisdição sem qualquer prudência
Sob os cenários eu fico com meus yonkis
De cego ouço até os teus compis
como é que rompes? Não acredito em ti, estás a mentir
Veja minhas frases criando impérios como Onassis
Segurei uma via crucis e acabei morto onde nasceste
Amaldiçoo Te mas preciso de TI
Ainda estou fora de controlo como um fora de controlo
Com os uivos do crepúsculo eu me enfraqueço
Eu escrevo "o grito" e abaixo do poema continua procurando cara
O que eu escrevo eu prego, eu não sou exemplo
Eu não sou um vendido nem estou suando dos números
A parte de vocês lá em cima até me sai sem química
Rimar após a caixa é chamado de técnica
Escrevo-Te às cegas, conto por centenas
O homem do nada sofre o teu silêncio
Nas gengivas nem sinal do combate que presencio
É o amor fazendo das suas por impulso
Falo-Te disso, daquilo, olhos desérticos
Tudo o que é fumaça acabou queimando
Estou cansado e quebrado como o tempo
O homem e o poeta, contra todos os meus medos
Ia a minha tristeza pedindo esmolas ao longe
Estão a tentar segurar me
Esquece tudo e nada teme
As pupilas de Inverno e de soberba se enchem quando escreve
Diz me o que vês nestes sonhos órfãos
Desamarra nos dizem me as minhas loucuras inoportunas
Estou a fazer sotaque aos teus discos
Estou a tentar que sintam que as minhas letras choram a quilómetros daqui
Vinte e poucos anos a falar me de rua
Eu já estava antes de saíres pela Pila do teu pai
Quero que comam esta frase e saiam
Que se pirem vos parto tantas vezes que já nem sei
Dias cinzentos como o rancor daqueles cabrões
Ando no caminho dos mortos a destruir me
Se me vires deixa-me cair, digo-o sempre
Não queiras ser a rapariga que me psicanaliza
Se puderes ir bombeiam pestes
A reboque com as minhas obsessões
Queres me contra todas as probabilidades
Estás a magoar me por causa do fio telefónico
E eu faço de louco não que seja
Os meus amigos sabem que lhes dou o que não quiseres
Tenho nos lábios álcool e brea, origami
De te escrever em guardanapos palavras quebradas
E se me perder nas sombras imploro te
Afasta - te de mim tu que podes, atendo-me fogo
Luto contra o homem do espelho
Eu jogar o jantar depois das listras fixo
Não sei se consigo, não sei se acertei
Acordado com um tiro é o propósito de emenda
Ontem jurei o teu amor debaixo das minhas roupas
Hoje vou ser a tua lenda e esses merdas
Dor na terra que semeaste para mim um dia
Não tens mais forças
Fizemos grande por inércia lembro me do Loren e do rapaz
Naquela janela daquela estrada
Deixa me apodrecer à distância
Como uma oração, incompreendida e necessária
Pegue meus rolos ou mude de calçada
Só eu derrubo as paredes da minha inconsciência
A morte naquela selva será um alívio
A paz esperada onde você mata o esquecimento
A redenção que mereço será
Doce e definitiva, pois sou um proscrito
A morte naquela selva será um alívio
A paz esperada onde você mata o esquecimento
A redenção que mereço será
Doce e definitiva, pois sou um proscrito
Diz me o que vês nestes sonhos órfãos
Desamarra nos dizem me as minhas loucuras inoportunas
Estou a fazer sotaque aos teus discos
Estou a tentar que sintam que as minhas letras choram a quilómetros daqui