Charlie Daniels — Still In Saigon letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Still In Saigon" de Charlie Daniels.
Letra
Got on a plane in 'Frisco
And got off in Vietnam
I walked into a different world
The past forever gone
I could have gone to Canada
Or I could have stayed in school
But I was brought up differently
I couldn’t break the rules
Thirteen months and fifteen days
The last ones were the worst
One minute I’d kneel down and pray
And the next I’d stand and curse
No place to run to Where I did not feel that war
When I got home I stayed alone
And checked behind each door
Cuz I’m still in Saigon
Still in Saigon
I am still in Saigon
In my mind
The ground at home was covered in snow
And I was covered in sweat
My younger brother calls me a killer
And my daddy calls me a vet
Everybody says I’m someone else
And I’m sick and there’s no cure
Damned if I know who I am There was only one place I was sure
When I was still in Saigon
Still in saigon
I am still in saigon
In my mind
Every summer when it rains
I smell the jungle, I hear the planes
I can’t tell no one, I feel ashamed
Afraid some day I’ll go insane
That’s been ten long years ago
And time has gone on by Now and then I catch myself
Eyes searching through the sky
All the sounds of long ago
Will be forever in my head
Mingled with the wounded cries
And the silence of the dead
'Cuz I’m still in Saigon
Still in Saigon
I am still in Saigon
In my mind
I am still in Saigon
I am still in Saigon
Yes, I’m still in Saigon
In my mind
Tradução da letra
Apanhei um avião em Frisco .
E saiu no Vietname
Entrei num mundo diferente.
O passado foi-se para sempre
Podia ter ido para o Canadá.
Ou podia ter ficado na escola.
Mas fui educado de forma diferente.
Não podia quebrar as regras.
Treze meses e quinze dias
Os últimos foram os piores.
Um minuto ajoelhava - me e rezava
E no dia seguinte eu me levantava e praguejava
Não havia para onde fugir, onde não sentisse aquela guerra.
Quando cheguei a casa fiquei sozinha
E verificado atrás de cada porta
Porque ainda estou em Saigão.
Ainda em Saigão
Ainda estou em Saigão.
Na minha mente
O chão em casa estava coberto de neve
E eu estava coberto de suor
O meu irmão mais novo chama-me Assassino.
E o meu pai chama-me veterinário.
Todos dizem que sou outra pessoa.
E estou doente e não há cura
Raios me partam se sei quem sou. só havia um lugar onde tinha a certeza.
Quando ainda estava em Saigão
Ainda em Saigão
Ainda estou em Saigão.
Na minha mente
Todos os verões quando chove
Sinto o cheiro da selva, ouço os aviões
Não posso dizer a ninguém, sinto vergonha
Com medo que um dia enlouqueça
Isso foi há dez anos.
E o tempo já passou de vez em quando, eu apanho-me.
Olhos a procurar pelo céu
Todos os sons de há muito tempo
Será para sempre na minha cabeça
Misturada com os gritos dos feridos
E o silêncio dos mortos
Porque ainda estou em Saigão
Ainda em Saigão
Ainda estou em Saigão.
Na minha mente
Ainda estou em Saigão.
Ainda estou em Saigão.
Sim, ainda estou em Saigão.
Na minha mente