Celtas Cortos — Retales de una vida letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Retales de una vida" de Celtas Cortos.

Letra

De los retales de una vida, sale una canción
Y de los sueños rotos en el corazón
De ese amor perdido, del que no queda ya nada
De las batallas perdidas, sale un ganador
De las batallas ganadas, sale un perdedor
De las sonrisas al viento, hay lágrimas derramadas
Y los recuerdos al aire me besan la cara
Sólo recuerdo lo bueno, de lo malo nada
Aún queda tiempo pa' el viento, vaya donde vaya
Y que me lleve volando, a tocar a otra guitarra
De los grandes subidones, siempre hay un bajón
De las grandes amistades, siempre hay un traidor
De los acordes mayores, es el más grande y menor
De las grandes ocasiones, alguna hay mejor
De los grandes perdedores, hay un ganador
De sí el mejor del equipo el latido del corazón
Y los recuerdos al aire me besan la cara
Sólo recuerdo lo bueno, de lo malo nada
Aún queda tiempo pa' el viento, vaya donde vaya
Y que me lleve volando, a tocar a otra guitarra
Y los recuerdos al aire
Sólo recuerdo lo bueno
Aún queda tiempo pa' el viento
Y que me lleve volando, a tocar a otra guitarra

Tradução da letra

Dos retais de uma vida, sai uma canção
E dos sonhos quebrados no coração
Desse amor perdido, do qual não resta mais nada
Das batalhas perdidas, sai um vencedor
Das batalhas vencidas, sai um perdedor
Dos sorrisos ao vento, há lágrimas derramadas
E as memórias no ar me beijam a cara
Só me lembro do bem, do mal, nada
Ainda há tempo para o vento, onde quer que vá
E que me leve a voar, a tocar outra guitarra
Das grandes subidas, há sempre uma queda
De grandes amizades, há sempre um traidor
Dos acordes maiores, é o maior e menor
Das grandes ocasiões, algumas há melhor
Dos grandes perdedores, há um vencedor
De si o melhor da equipe o batimento cardíaco
E as memórias no ar me beijam a cara
Só me lembro do bem, do mal, nada
Ainda há tempo para o vento, onde quer que vá
E que me leve a voar, a tocar outra guitarra
E as memórias ao ar
Só me lembro do bem
Ainda há tempo para o vento
E que me leve a voar, a tocar outra guitarra