Celia Cruz — Plegaria a Loroye letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Plegaria a Loroye" de Celia Cruz.

Letra

Bernabé, ven pa' el barranco
Bernabé, ven pa' el barranco
Por culpa de ti Bernabé
Pero la fiesta ya se echó a perder
Tú no quieres bailar, tú no quieres gozar
Ey, deja que los negros bailen al son
Acuérdate bien Bernabé
La fiesta de casa 'e Manuel
Te pusiste a pelear, no quisiste bailar
Y toda la gente se fue del bongó, oye!
Acuérdate bien Bernabé
Tú no bailas la bembé
(Bernabé, ven pa' el barranco)
Bernabé, Bernabé
Vente acá al barranco a gozar
(Bernabé, ven pa' el barranco)
Canto a la raza, raza de bronce
Raza jarocha, que el sol quemó
A los que sufren, a los que loran
A los que esperan, les canto yo
Alma de jarocha que nació morena
Calle que se mueve con vaivén, deja marcas
Tarde perfumada con besos de arena
Tarde que se quejan, paisajes de nácar
Boca donde gime la queja doliente
De toda una raza llena de amarguras
Alma de jarocha que nació valiente
Para sufrir toda desventura

Tradução da letra

Barnabé, vem para a ravina
Barnabé, vem para a ravina
Por tua causa Barnabé
Mas a festa já está estragada
Você não quer dançar, você não quer gozar
Ei, deixa os negros dançarem ao som
Lembra-te bem Barnabé
A festa da casa 'e Manuel
Começaste a lutar, não quiseste dançar
E todas as pessoas saíram do bongó, ei!
Lembra-te bem Barnabé
Tu não danças a bembé
(Barnabé, venha para a ravina)
Barnabé, Barnabé
Venha aqui para a ravina para desfrutar
(Barnabé, venha para a ravina)
Cantando para a raça, raça de Bronze
Raça jarocha, que o sol queimou
Aos que sofrem, aos que choram
Aos que esperam, canto eu
Alma de jarocha que nasceu morena
Rua que se move com vaivém, deixa marcas
Noite perfumada com beijos de areia
Tarde reclamando, paisagens de madrepérola
Boca onde geme a queixa doentia
De toda uma raça cheia de amargura
Alma de jarocha que nasceu corajosa
Para sofrer todas as desventuras