Cartel de Santa — Ya No Van letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ya No Van" de Cartel de Santa.
Letra
Con la pena tengo clara la tatema
El que juega y no le sabe te aseguro que se quema
Contra corriente rema, se cansa, nunca llega
La muerte no da tregua y el dinero te ciega
Corrupto es el sistema, corrupto el individuo
Corruptos somos todos que ya estamos corrompidos
México bandido, no ha nacido quien te salve
Cada vez mas violencia, cada vez mas hambre
La calle esta que arde, el que manda es el que mata
Ya no rinde la plata, la raza ya no aguanta
Los patrones ya no gastan en fiestas y canciones
Ni en carros ni en mansiones, ahora compran municiones
En el barrio hay explosiones, aquí ejecutan diario
Y existe mil razones pa' ver niños de sicarios
¿Qué será lo necesario? ¿Cuál sera la solución?
Si yo supiera como lo pondría en una canción
Ya no van, los niños a los parques ya no van
Ya no van a jugar, ya no van
Ya no van, los niños a los parques ya no van
Ya no van a jugar, ya no van
En la ciudad la delincuencia es un deporte
No creo que la gente mucho tiempo lo soporte
Así seguimos en el circulo vicioso
Vivimos con orgullo en el país mas peligroso
Aquí el que tiene la plata es el poderoso
El mas escandaloso, el mas faramayoso
Aquí el que mete la pata se mete al poso
Los muertos al panteón, y los vivos para el gozo
Mi jefa tiene miedo, el vecino tiene miedo
Hay locura y hay locura por el miedo
En las calles 'ta la guerra, en las calles 'ta la muerte
La bendición y te deseo mucha suerte
Sangre, mafia en todas las ciudades
Muertos, familiares, conocidos y amistades
Feria y poder, son las enfermedades
Yo te pido diosito que nunca nos desampares
Vivo en el país donde la gente atraca
Con guerras en la calle y sonidos de matraca
Negocios ilegales pa' ganarse la plata
Donde a hierro mata el que anda de malaca
Vivo en el país donde la gente atraca
Con guerras en la calle y sonidos de matraca
Negocios ilegales pa' ganarse la plata
Donde a hierro mata el que anda de malaca
Ya no van, los niños a los parques ya no van
Ya no van a jugar, ya no van
Es muy triste la situación
Ya nadie sale de su habitación
No te dejes tirar mas, ya no tienen pasión
En todas partes hay mucho temor
Escucha la canción por un instante
Todo disfrazado por los gobernantes
No te espantes, ellos son los maleantes
Los que viven recio, no hay aprecio
Por la vida es un negocio y todo mundo tiene precio
Les apagan la mente pa' tomar la tierra
Pensando en la guerra; hipsonio la noche entera
Ya no hay dando vuelo, puro veneno
Violentos porque cargan truenos
Recuerden que los niños son los buenos
Últimamente por las pesadillas estoy perdiendo el sueño
Vivo en el pais donde la gente atraca
Con guerras en la calle y sonidos de matraca
Negocios ilegales pa ganarse la plata
Donde a hierro mata el que anda de maraca
Vivo en el pais donde la gente atraca
Con guerras en la calle y sonidos de matraca
Negocios ilegales pa ganarse la plata
Donde a hierro mata el que anda de maraca
Ya no van, los niños a los parques, ya no van
Ya no van a jugar, ya no van
Ya no van, los niños a los parques, ya no van
Ya no van a jugar, ya no van
Tradução da letra
Com a pena tenho clara a tatema
Aquele que joga e não sabe garanto te que se queima
Contra corrente rema, cansa-se, nunca chega
A morte não dá trégua e o dinheiro te cega
Corrupto é o sistema, corrupto o indivíduo
Corruptos somos todos que já estamos corrompidos
México bandido, não nasceu quem te salve
Cada vez mais violência, cada vez mais fome
A rua está a arder, quem manda é quem mata
Já não rende a prata, a raça já não aguenta
Os patrões não gastam mais em festas e músicas
Nem em carros nem em mansões, agora compram munições
No bairro há explosões, aqui executar diário
E há mil razões para ver crianças de assassinos
O que será necessário? Qual será a solução?
Se eu soubesse como o colocaria numa canção
Não vão, as crianças aos parques já não vão
Já não vão jogar, já não vão
Não vão, as crianças aos parques já não vão
Já não vão jogar, já não vão
Na cidade o crime é um esporte
Acho que as pessoas não aguentam muito tempo
Assim continuamos no círculo vicioso
Vivemos orgulhosamente no país mais perigoso
Aqui quem tem a prata é o poderoso
O mais escandaloso, o mais faramayoso
Aqui quem faz asneira entra no poço
Os mortos para o Panteão, e os vivos para o gozo
A minha chefe tem medo, o vizinho tem medo
Há loucura e há loucura pelo medo
Nas ruas 'ta a guerra, nas ruas 'ta a morte
A bênção e desejo-lhe muita sorte
Sangue, máfia em todas as cidades
Mortos, familiares, conhecidos e amizades
Feira e poder, são as doenças
Peço te Deus que nunca nos desampares
Eu moro no país onde as pessoas atracam
Com guerras na rua e sons de balão
Negócios ilegais pa' ganhar a prata
Onde o ferro mata quem anda de malaca
Eu moro no país onde as pessoas atracam
Com guerras na rua e sons de balão
Negócios ilegais pa' ganhar a prata
Onde o ferro mata quem anda de malaca
Não vão, as crianças aos parques já não vão
Já não vão jogar, já não vão
É muito triste a situação
Já ninguém sai do quarto
Não se deixe jogar mais, eles não têm mais paixão
Em todos os lugares há muito medo
Ouça a música por um instante
Tudo disfarçado pelos governantes
Não se assuste, eles são os bandidos
Aqueles que vivem duro, não há apreciação
Para a vida é um negócio e todo mundo tem preço
Eles desligam sua mente pa ' tomar a terra
Pensando na guerra; hipsónio toda a noite
Não há mais voando, puro veneno
Violentos porque carregam trovões
Lembrem se que as crianças são as boas
Ultimamente por causa dos pesadelos estou a perder o sono
Eu moro no país onde as pessoas atracam
Com guerras na rua e sons de balão
Negócios ilegais pa ganhar a prata
Onde o ferro mata quem anda de maraca
Eu moro no país onde as pessoas atracam
Com guerras na rua e sons de balão
Negócios ilegais pa ganhar a prata
Onde o ferro mata quem anda de maraca
Já não vão, as crianças aos parques, já não vão
Já não vão jogar, já não vão
Já não vão, as crianças aos parques, já não vão
Já não vão jogar, já não vão