Carpathian Forest — The Frostbitten Woodlands of Norway letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Frostbitten Woodlands of Norway" de Carpathian Forest.

Letra

Covered in ice cold Norwegian hills
From the mouth of silver mountain
And from my world, I consider you as dead
I am born of evil and of sin
I’ve always walked unholy paths
That you never seen or heard of And I must fight this endless battle alone
You freeze to death in the morning mist
Great vast landscapes, frostbitten woodlands
Frozen thunder, hellish blizzard storms
Here snow will always fall
Black majestic winter magic
The evil frozen moonlit nights
In morning mist
The great vast landscapes
Frostbitten woodlands
Frozen thunder
Here exist no fucking life
This is my pandemonium
The unholy north
The cold grip of frost
Cold grip of frost
Screams from tormented souls
Echoes in these towering mountains
The burning pain is meant to last
Direction of cold winds
Brings the putrid smell of death
All heretics and devils stand up And ride towards the unholy death
Inhuman coldness, hellish winds
Black demons of the past
Norwegian winter hell
Violent battle cries, perverted death noise
Victorious echoes of war, death and despair
Candle life of own blood and heathen heritage

Tradução da letra

Coberto de colinas Norueguesas geladas
Da boca da montanha de prata
E do meu mundo, considero-te morto.
Eu nasci do mal e do pecado
Sempre andei por caminhos profanos.
Que você nunca viu ou ouviu falar e eu devo lutar esta interminável batalha sozinho
Você congela até a morte na neblina da manhã
Grandes paisagens vastas, florestas geladas
Trovoada congelada, Nevascas infernais
Aqui a neve cairá sempre
Magia negra majestosa de Inverno
As noites geladas ao luar
Na neblina da manhã
As grandes paisagens
Florestas geladas
Trovoada congelada
Aqui não existe vida.
Este é o meu pandemónio.
O norte Profano
A frieza da geada
Aderência a frio da geada
Gritos de almas atormentadas
Ecos nestas montanhas altas
A dor ardente deve durar
Direcção dos ventos frios
Traz o cheiro pútrido da morte
Todos os hereges e demónios se levantam e cavalgam em direcção à morte profana.
Frio inumano, ventos infernais
Demónios negros do passado
Inferno de Inverno Norueguês
Gritos de batalha violentos, ruídos de morte pervertidos
Ecos vitoriosos de guerra, morte e desespero
Vida de vela do próprio sangue e herança pagã