Carnival in Coal — Got raped letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Got raped" de Carnival in Coal.

Letra

Got raped at the sex-shop
Funny don’t you think
A fourty years old mama found pleasure on my prick
Got raped at the cinema by two young girlies
Thought I was DiCaprio, tried to sink my Titanic
Got raped, violently abused, spoiled…
Got raped by a bisexual football team
My buttocks still remind me that it wasn’t a dream
Everyone gathers to take advantage of me Still I pretend not to agree
In the forest, at the mountain
On the beach or at the banks counter
At the swimming pool, in the train
At the flute lesson
At the hospital, at the grocer’s
Under the abribus
In my own garden, in my bath
I’m coming across rapers
Everyone gathers to take advantage of me Take me, beat me, eat me, bite me Do as if I was a toy and bruise my bones
Force me, suck me, drink me, then leave me Leave me for dead alone
Got raped, violently abused, spoiled…
Got raped at the sex-shop
Funny don’t you think
A fourty years old mama found pleasure on my prick
Everyone gathers to take advantage of me Where there is consent, there is no pleasure
Can’t reach climax without violence
Where there is no pain, there is no gain
Push me onto the floor, slam me down on the door
My screams, my whispers
Ignore it, fuck me in blood and slaver
Force a tissue into my mouth
I’m yours, grab my thighs
Nah nah nah (saying) nananah
Everyone gathers to take advantage of me

Tradução da letra

Foi violada na sex-shop.
Engraçado, não achas?
Uma mãe de quatro anos encontrou prazer na minha pila.
Foi violada no cinema por duas jovens raparigas.
Pensei que eu era o DiCaprio, tentei afundar o meu Titanic
Foi violada, violentamente abusada, mimada…
Foi violada por uma equipa de futebol Bissexual.
As minhas nádegas ainda me lembram que não foi um sonho
Todos se reúnem para se aproveitarem de mim ainda finjo não concordar
Na floresta, na montanha
Na praia ou no balcão dos bancos
Na piscina, no comboio
Na aula de flauta
No hospital, no merceeiro.
Sob o abribus
No meu próprio jardim, no meu banho
Estou a deparar-me com violadores.
Todos se reúnem para se aproveitarem de mim, batem-me, comem-me, mordem-me como se eu fosse um brinquedo e magoam-me os ossos.
Força-me, chupa-me, bebe-me, depois deixa - me a morrer sozinho
Foi violada, violentamente abusada, mimada…
Foi violada na sex-shop.
Engraçado, não achas?
Uma mãe de quatro anos encontrou prazer na minha pila.
Todos se reúnem para se aproveitarem de mim Onde há consentimento, não há prazer
Não se chega ao clímax sem violência
Onde não há dor, não há ganho
Empurra-me para o chão, Bate-me na porta
Os meus gritos, os meus sussurros
Ignora-o, fode-me com sangue e esclavagista
Forçar um tecido na minha boca
Sou teu, agarra as minhas coxas.
Nah nah nah nah nananah
Todos se reúnem para se aproveitarem de mim