Carlos Chaouen — Amapola letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Amapola" de Carlos Chaouen.

Letra

Noche destetada, niña despintada de azules
Yo no sé si tuve úteros de paredes blancas
Virgen desahuciada llora por caminos de barro
Me baila tu paso y que lleves ropa mojada
Tengo la coartada para encarcelar toda duda
Que nunca haya mucha carne para darle pomada
Tengo los bolsillos tan llenos de cigarrillos que no me cabe la necesidad
Tengo la cabeza con tantos grillos que cuando quiera puedo echar a volar
Y de dónde salen siempre tantos corazones rotos
Si en lugar de tanta muchedumbre somos una flor
Que la luna está cansada de ser el amor de todos
El que quiera carne que se queme y que regale un sol
Tengo un lecho de amapolas
Que es como estar desnudo en el mar
Y un universo de olas
Que garantizan que mi corazón no pase más una noche a solas
Tengo un cielo de las sobras
De despertar desnudo en el mar
Y el corazón sigue en obras
Con los pilares en reconstrucción cada vez que tú los mojas
La lluvia dorada que es para tu cara las nubes
Que nunca se nuble el brillo de tu mirada
Ya tengo saciada para algunos días la lumbre
Si puedo acostarme sobre la miel de tu espalda
Tengo los bolsillos tan llenos de cigarrillos que no me cabe la necesidad
Tengo la cabeza con tantos grillos que cuando quiera puedo echar a volar
Y de dónde salen siempre tantos corazones rotos
Si en lugar de tanta muchedumbre somos una flor
Que la luna está cansada de ser el amor de todos
El que quiera carne que se queme y que regale un sol
Tengo un lecho de amapolas
Que es como estar desnudo en el mar
Y un universo de olas
Que garantizan que mi corazón no pase más una noche a solas
Tengo un cielo de las sobras
De despertar desnudo en el mar
Y el corazón sigue en obras
Con los pilares en reconstrucción cada vez que tú los mojas

Tradução da letra

Noite desmamada, menina despintada de azuis
Eu não sei se eu tinha úteros de paredes brancas
Virgem despejada chora por caminhos de lama
Dança-Me o teu passo e veste roupa molhada
Tenho o álibi para aprisionar todas as dúvidas
Que nunca haja muita carne para lhe dar pomada
Tenho os bolsos tão cheios de cigarros que não me cabe a necessidade
Tenho a cabeça com tantos grilos que quando quiser posso voar
E de onde vêm sempre tantos corações partidos
Sim em vez de tanta multidão somos uma flor
Que a lua está cansada de ser o amor de todos
Quem quiser carne que se queime e que dê um sol
Tenho uma cama de papoilas
Que é como estar nu no mar
E um universo de ondas
Que garantem que o meu coração não passe mais uma noite a sós
Eu tenho um céu de sobras
De acordar nu no mar
E o coração ainda está em obras
Com os pilares em reconstrução cada vez que você os molha
A chuva de ouro que é para o seu rosto as nuvens
Que nunca obscureça o brilho do seu olhar
Já tenho saciada por alguns dias a luz
Se puder deitar me sobre o mel das tuas costas
Tenho os bolsos tão cheios de cigarros que não me cabe a necessidade
Tenho a cabeça com tantos grilos que quando quiser posso voar
E de onde vêm sempre tantos corações partidos
Sim em vez de tanta multidão somos uma flor
Que a lua está cansada de ser o amor de todos
Quem quiser carne que se queime e que dê um sol
Tenho uma cama de papoilas
Que é como estar nu no mar
E um universo de ondas
Que garantem que o meu coração não passe mais uma noite a sós
Eu tenho um céu de sobras
De acordar nu no mar
E o coração ainda está em obras
Com os pilares em reconstrução cada vez que você os molha