Carlos Cano — Dormido Entre Rosas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dormido Entre Rosas" de Carlos Cano.

Letra

Dormido entre rosas y encajes de hilo
Soñando en los lirios que vienen del Sur
Buscando en la noche los claveles fríos
Del amor prohibido vive el andaluz
Sombrero en los ojos pañuelo esmeralda
Fuego en las pestañas ¡menudo valor!
Quedó en el olvido tal vez las razones
Aquél pasodoble que en Madrid cantó
Cuentan que en las noches de luna de mayo
Entre lo malvado de la oscuridad
Se pinta los ojos, se muerde los labios
Y abanico en mano se pone a cantar:
Ay rosa, Málaga bella, biznaga de mi pasión
Donde yo aprendí a querer donde conocí el amor
Ay rosa, Málaga bella, biznaga del corazón
¿De qué me sirve volver? ¿De qué me sirve volver?
Si el amor se marchitó
Preguntan las rosas ¿por qué fue al exilio?
Preguntan los lirios ¿por qué no volvió?
Tan sólo la luna y el amargo vino
Saben los motivos de su corazón
Cuentan que por rojo, por republicano
Que andaba enredao con un militar
Cuatro señoritos de pistola en mano
Sin voz lo dejaron en la madrugá

Tradução da letra

Dormindo entre rosas e Fios de renda
Sonhando com os lírios que vêm do Sul
Olhando à noite para cravos frios
Do amor proibido vive o andaluz
Chapéu nos olhos lenço esmeralda
Fogo nos cílios muitas vezes valor!
Foi esquecido talvez as razões
Aquele pasodoble que em Madrid cantou
Eles contam que nas noites de lua de maio
Entre o mal da escuridão
Pinta os olhos, morde os lábios
E fà na mão começa a cantar:
Ai rosa, Málaga bella, biznaga da minha paixão
Onde eu aprendi a querer onde eu conheci o amor
Ai rosa, Málaga bella, biznaga do coração
De que adianta voltar? De que adianta voltar?
Se o amor murchou
Perguntam as rosas por que foi ao exílio?
Os lírios perguntam por que ele não voltou?
Apenas a lua e o vinho amargo
Eles sabem os motivos do seu coração
Dizem que por Vermelho, por republicano
Que andava metido com um militar
Quatro jovens de arma na mão
Sem voz deixaram no de madrugada