Carlo Buti — La sagra di Giarabub letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La sagra di Giarabub" de Carlo Buti.

Letra

Inchiodata sul palmeto
veglia immobile la luna
a cavallo della luna
sta l’antico minareto
Squilli, macchine, bandiere,
scoppi, sangue! Dimmi tu,
che succede, cammelliere?
? la sagra di Giarabub!
Colonnello, non voglio il pane,
dammi il piombo del mio moschetto!
C'? la terra del mio sacchetto
che per oggi mi baster?.
Colonnello, non voglio l’acqua,
dammi il fuoco distruggitore!
Con il sangue di questo cuore
La mia sete si spegner?.
Colonnello, non voglio il cambio,
qui nessuno ritorna indietro!
Non si cede neppure un metro,
se la morte non passer?.
Spunta gi? l’erba novella
dove il sangue scese a rivi.
Quei fantasmi, sentinella,
sono morti o sono vivi?
E chi parla a noi vicino?
Cammelliere, non sei tu!
In ginocchio, pellegrino,
son le voci di Giarabub!
Colonnello, non voglio il pane,
dammi il piombo pel mio moschetto!
C'? la terra del mio sacchetto
che per oggi mi baster?.
Colonnello, non voglio l’acqua,
dammi il fuoco distruggitore!
Con il sangue di questo cuore
La mia sette si spegner?.
Colonnello, non voglio il cambio,
qui nessuno ritorna indietro!
Non si cede neppure un metro,
se la morte non passer?.
Colonnello, non voglio encomi
sono morto per la mia terra
ma la fine dell’Inghilterra
Incomincia da Giarabub!
(Grazie a Carlo per questo testo)

Tradução da letra

Pregado no palm grove
vigília imóvel a lua
cavalgando a lua
o antigo minarete permanece
Sinos, carros, bandeiras,
rebenta, meu! Diz-me tu.,
o que se passa, camelo?
? o Festival de Giarabub!
Coronel, não quero pão.,
dá-me a liderança do meu mosquete!
C'? a terra do meu saco
o que é que eu faço hoje?.
Coronel, não quero água.,
dá-me o fogo do destruidor!
Com o sangue deste coração
A minha sede vai saciar?.
Coronel, não quero o troco.,
ninguém volta aqui!
Não se desiste de um parquímetro.,
se a morte não passar?.
Verificar gi? a nova erva
onde o sangue desceu para rivi.
Esses fantasmas, Sentinel. ,
estão vivos ou mortos?
E quem está a falar connosco aqui ao lado?
Camelo, não és tu!
De joelhos, Peregrino.,
são as vozes de Giarabub!
Coronel, não quero pão.,
dá-me a pista do meu mosquete!
C'? a terra do meu saco
o que é que eu faço hoje?.
Coronel, não quero água.,
dá-me o fogo do destruidor!
Com o sangue deste coração
Os meus sete vão explodir?.
Coronel, não quero o troco.,
ninguém volta aqui!
Não se desiste de um parquímetro.,
se a morte não passar?.
Coronel, não quero encomiones.
Eu morri pela minha terra
mas o fim da Inglaterra
Começa com o Giarabub!
(Agradecimentos a Carlo por este texto)