Caramelos de Cianuro — Verano letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Verano" de Caramelos de Cianuro.
Letra
Iluminada madrugada luces
Del horizonte
Donde aprendimos del amor
Juntos en un mirador
Recuerda bien el sitio donde tú creciste
Porque ahora esa ciudad Ya no existe…
Ahora tu vista me arrastra, me agarra
Me amarra y me castra
Y este maldito verano
Que me tiene dolidas las manos
En mi cama sudando por ti
Yo no pienso vivir
Pues son los mismos engaños
Que ahora se detectar con los años
Y la dura lección que aprendí
Es que no espero más por ti
Nos despertamos en la playa
Entre Viviana y Nirvana
La noche en que te di el reloj 1 9 9 2
Recuerdo que la arena no era tan oscura
Ni que tu voluntad no era tan dura
Ahora tus ojos perforan
Confunden me hunden, me ignoran…
Y este maldito verano
Que me tiene dolidas las manos
En mi cama sudando por ti
Yo no pienso vivir
Pues son los mismos engaños
Que ahora se detectar con los años
Y la dura lección que aprendí
Es que no espero más por ti
No sé porque te veo en sueños
En blanco y negro como los perros
Ni porque despierto temblando
Si es el medio del verano…
Que me tiene dolidas las manos
En mi cama sudando por ti
Yo no pienso vivir
Pues son los mismos engaños
Que ahora se detectar con los años
Y la dura lección que aprendí
Es que no espero más por ti
Tradução da letra
Iluminado madrugada luzes
Do horizonte
Onde aprendemos com o amor
Juntos em um gazebo
Lembra te bem do sítio onde cresceste
Porque agora essa cidade Já não existe…
Agora a tua visão Arrasta-me, agarra-me
Amarra me e castra me
E este maldito verão
Que as minhas mãos doem
Na minha cama a suar por ti
Eu não vou viver
Pois são os mesmos enganos
Que agora é detectado ao longo dos anos
E a dura lição que aprendi
Não espero mais por ti
Acordámos na praia
Entre Viviana e Nirvana
Na noite em que te dei o relógio 1 9 9 2
Lembro me que a areia não era tão escura
Nem que a tua vontade não fosse tão dura
Agora seus olhos perfuram
Confundem-me afundam-me, ignoram-me…
E este maldito verão
Que as minhas mãos doem
Na minha cama a suar por ti
Eu não vou viver
Pois são os mesmos enganos
Que agora é detectado ao longo dos anos
E a dura lição que aprendi
Não espero mais por ti
Não sei porque te vejo a dormir
Preto e branco como cães
Nem porque acordo a tremer
Se é o meio do verão…
Que as minhas mãos doem
Na minha cama a suar por ti
Eu não vou viver
Pois são os mesmos enganos
Que agora é detectado ao longo dos anos
E a dura lição que aprendi
Não espero mais por ti