Cannibal Corpse — Split Wide Open letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Split Wide Open" de Cannibal Corpse.

Letra

Melting thoughts of disintegration
Hitting deep her insistance
To mutilate her newborn infants
After giving birth her mind wasn’t the same
Slowly slipping away, a state of mental decay
Family now complete
Father watches on As mother dismembers
Her newborn son
Dissecting the specimen, split
I will explore, the body wide open
Uncover carnage within, split wide open
Virgin, untouched skin
Releasing her rage
That dwells inside
Tainted blood rushes through veins
Her body chemically changed
Love was erased, on the edge of a butcher’s
Knife
The kitchen becomes a makeshift slaughterhouse
Every nine months she butchers one more child
Reminders of the deceased, scattered through
The home
Bones and skulls of sons and daughters
Genitals ferment
In jars inside the cupboards
For father to dissect
No one will discover the murder they commit
Children used like laboratory rats
Sickening vulgar experiments
She sees what others can’t
Probing the guts of her fetus
Advocation of the pain
Mutilating, draining veins
Witness the horror
Offering to themselves
Continuing murdering
Their own kind
Never deny
This fantasy life, they enjoy
Addiction to this heightened state
Post-birth psychosis
Disjointing her own children
Form the life they’ll never live
A massacre within her soul
Struggling for control

Tradução da letra

Pensamentos de desintegração
Atingindo profundamente a sua resistência
Para mutilar os seus recém-nascidos
Depois de dar à luz a sua mente não era a mesma
Lentamente a escorregar, um estado de decadência mental
Família completa
O pai vê como desmembradores-mães
O seu filho recém-nascido
Dissecar o espécime, dividir
Vou explorar, o corpo bem aberto
Descobre a carnificina no interior e abre-a bem
Virgem, pele intocada
Libertando a sua raiva
Que habita dentro
Sangue contaminado corre nas veias
O corpo dela mudou quimicamente.
O amor foi apagado, à beira de um talho
Faca
A cozinha torna-se um matadouro improvisado
A cada nove meses ela mata mais uma criança
Lembretes do falecido, espalhados por
Casa
Ossos e crânios de filhos e filhas
Genitais fermentados
Em frascos dentro dos armários
Para o pai dissecar
Ninguém vai descobrir o homicídio que cometeram.
Crianças utilizadas como ratos de laboratório
Experiências vulgares doentias
Ela vê o que os outros não vêem
A sondar as entranhas do feto.
Defesa da dor
Veias mutilantes, drenantes
Testemunhem o horror
Oferecendo a si mesmos
Continua a matar
Da sua própria espécie.
Nunca negues
Esta vida de fantasia, eles gostam
Dependência deste estado elevado
Psicose pós-nascimento
Separar os seus próprios filhos
Formem a vida que nunca viverão
Um massacre dentro da sua alma
A lutar pelo controlo