Cannibal Corpse — She Was Asking For It letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "She Was Asking For It" de Cannibal Corpse.

Letra

Screams.
The fear in her eyes, the night she died, it left me empty, hollow =
Inside.
Dead to the world, I see only black, there’s blood on my hands.
Dead to the world, I see only black, the blood of the dead.
Feelings deep inside I don’t understand.
Can’t fall asleep at night, I try and wake in fright.
Touch of her skin, next to mine, warm and wet, deep inside.
Dead to the world, I see only black, there’s blood on my hands.
Dead to the world, I see only black, the blood of the dead.
I wrapped my hands around her neck, squeezing out her breath.
Eyes rolled back in her head, clawing at my skin.
I know now it’s not my fault, she was asking for it.
Memories, come back to me.
In the night, I hear her screaming, waiting.
In the grave, calling out.
Come to me, I hear her screaming.
Waiting — in the grave, calling out, but she’s buried.
Waiting — in the grave, come to me.
I hear her screaming, waiting.
I wrapped my hands around her neck, squeezing out her breath.
Eyes rolled back in her head, clawing at my skin.
I know now it’s not my fault, she was asking for it.
Memories, come back to me.
In the night, I hear her screaming, waiting.
In the grave, calling out.
I remember the screams, the night she died.
I left her empty, hollow inside.
Dead to the world, I see only black, there’s blood on my hands.
Dead to the world, I see only black, the blood of the dead.

Tradução da letra

Gritar.
O medo nos seus olhos, na noite em que ela morreu, deixou-me vazio ,vazio
Dentro.
Morto para o mundo, só vejo preto, tenho sangue nas mãos.
Morto para o mundo, só vejo preto, o sangue dos mortos.
Sentimentos profundos que não entendo.
Não consigo adormecer à noite, tento acordar com medo.
Toque na pele dela, ao lado da minha, quente e molhada, bem no fundo.
Morto para o mundo, só vejo preto, tenho sangue nas mãos.
Morto para o mundo, só vejo preto, o sangue dos mortos.
Enrolei as mãos à volta do pescoço dela, apertando-lhe o hálito.
Os olhos reviraram-se na cabeça dela, arranhando-me a pele.
Agora sei que a culpa não é minha, ela estava a pedi-las.
Memórias, volta para mim.
À noite, ouço-a gritar, à espera.
Na sepultura, a gritar.
Vem até mim, ouço-a a gritar.
À espera no túmulo, a gritar, mas está enterrada.
Esperando-no túmulo, venha até mim.
Ouço-a gritar, à espera.
Enrolei as mãos à volta do pescoço dela, apertando-lhe o hálito.
Os olhos reviraram-se na cabeça dela, arranhando-me a pele.
Agora sei que a culpa não é minha, ela estava a pedi-las.
Memórias, volta para mim.
À noite, ouço-a gritar, à espera.
Na sepultura, a gritar.
Lembro-me dos Gritos, na noite em que ela morreu.
Deixei-a vazia e oca por dentro.
Morto para o mundo, só vejo preto, tenho sangue nas mãos.
Morto para o mundo, só vejo preto, o sangue dos mortos.