Cannibal Corpse — Innards Decay letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Innards Decay" de Cannibal Corpse.

Letra

Rotting alive
Tearing my way through the meat
Driven to kill, my brain twitching for guts
Devoted to evil
Severed arteries gush
Hungry for the blood
Life is to decay
Victims meet my blade, carving out organs
A world of pain and terror
Visions of the future
Premonition of the evil, forthcoming eve of darkness
The chosen one will come
Eyes torn out bodies cut in half
Twisted corpses hang from broken necks
Demented madman
Unholy rampage
Impaled cranium beginning to drain
Sodomize the carcass, chew the anal rot
Sewn within the body the dark becomes my light
Live inside the shell
Feed upon infection
At one with the dead
I rip my way through
Easy prey, disfigured bodies decompose
Chewed limbs drip with pus, intestinal strangulation
Humans left ripped apart
Lap up the dripping goo
Wretched chunks of bleeding flesh
Internally you rot away
My need to kill
Induced by hate, betrayal of trusted ones
My mark left on this earth, victims of my slaughter
Souls of my dead, murdered by my Hand
Blood on my face, innards decay
Snapping necks chewing flesh
Insatiable thirst
For blood
Slicing throats viciously uncontrollable insanity
Tear out the beating heart
Engulf the quivering spleen, chew the meat
Death is my life
Life is to decay victims
Meet my blade carving out organs, a world of pain
And terror, visionsof the future
Premonition of the evil
Forthcoming, eve of darkness
Eyes torn out bodies cut in half
Twisted corpses hang
From broken necks, demented madman unholy rampage
Impaled cranium beginning to drain

Tradução da letra

Apodrecendo vivo
Rasgando o meu caminho através da carne
Movido a matar, o meu cérebro a tremer por tripas
Dedicado ao mal
Artérias cortadas jorram
Faminto pelo sangue
A vida está a deteriorar-se
As vítimas conhecem a minha lâmina, esculpem órgãos.
Um mundo de dor e terror
Visões do futuro
Premonição do mal, véspera próxima da escuridão
O escolhido virá
Olhos arrancados corpos cortados ao meio
Cadáveres torcidos pendurados em pescoços partidos
Louco demente
Rampage Profano
Crânio empalado a começar a drenar
Sodomizar a carcaça, mastigar a podridão anal
Cosido no corpo a escuridão torna-se a minha luz
Viver dentro da concha
Alimentar-se de infecções
Um com os mortos
Rasgo o meu caminho
Presas fáceis, corpos desfigurados decompõem-se
Membros mastigados gota a gota com pus, estrangulamento intestinal
Humanos separados
Sobe a gosma a pingar
Pedaços miseráveis de carne sangrenta
Internamente apodreces
A minha necessidade de matar
Induzido pelo ódio, traição de pessoas de confiança
A minha marca deixada nesta terra, vítimas da minha matança
Almas dos meus mortos, assassinadas pelas minhas mãos
Sangue na minha cara, entranhas deterioradas
Pescoços a partir pescoços a mastigar carne
Sede insaciável
Para sangue
A cortar gargantas é uma loucura incontrolável.
Arrancar o coração a bater
Engole o baço, mastiga a carne.
A morte é a minha vida
A vida é para as vítimas da decadência
Apresento-te a minha lâmina esculpindo órgãos, um mundo de dor
E terror, visão do futuro
Premonição do mal
Próximo, véspera da escuridão
Olhos arrancados corpos cortados ao meio
Cadáveres torcidos Pendurados
A partir de pescoços partidos, louco louco e louco rampage Profano
Crânio empalado a começar a drenar