Candan Erçetin — Elbette letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Elbette" de Candan Erçetin.

Letra

Güneşher akşam batıp hergün doğuyorsa
Çiçekler solup solup tekrar açıyorsa
En derin yaralar kapanıyorsa
En büyük acılar unutuluyorsa
Neden korkulur hayatta söyleyin bana
En derin yaralar kapanıyorsa
En büyük acılar unutuluyorsa
Neden korkulur hayatta söyleyin bana
Elbette bazen çiçek açıp bazen solacağım
Elbette daldan dala konup sonra uçacağım
Elbette bazen hızla dönüp bazen duracağım
Elbette bazen söyleyip bazen susacağım
Güneşher akşam batıp hergün doğuyorsa
Çiçekler solup solup tekrar açıyorsa
En derin yaralar kapanıyorsa
En büyük acılar unutuluyorsa
Neden korkulur hayatta söyleyin bana
En derin yaralar kapanıyorsa
En büyük acılar unutuluyorsa
Ben neden hep aynıkalayım söyleyin bana
Elbette bazen çiçek açıp bazen solacağım
Elbette daldan dala konup sonra uçacağım
Elbette bazen hızla dönüp bazen duracağım
Elbette bazen söyleyip bazen susacağım
İnanmadım asla inanamam
Herşeyin bir sonu olduğuna
Elbette bazen çiçek açıp bazen solacağım
Elbette daldan dala konup sonra uçacağım
Elbette bazen hızla dönüp bazen duracağım
Elbette bazen söyleyip bazen susacağım
Elbette bugün ağlıyorsam yarın güleceğim
Elbette önce çekip gidip sonra döneceğim

Tradução da letra

Se o sol se põe todas as noites e nasce todos os dias
Se as flores se desvanecerem e florescerem novamente
Quando as feridas mais profundas se fecham
Se a maior dor for esquecida
Diz-me o que é assustador na vida
Quando as feridas mais profundas se fecham
Se a maior dor for esquecida
Diz-me o que é assustador na vida
Claro, às vezes Floresco e às vezes desapareço.
Claro que voarei de ramo em ramo.
Claro, às vezes viro-me depressa e às vezes paro.
Claro, às vezes digo e às vezes calo-me.
Se o sol se põe todas as noites e nasce todos os dias
Se as flores se desvanecerem e florescerem novamente
Quando as feridas mais profundas se fecham
Se a maior dor for esquecida
Diz-me o que é assustador na vida
Quando as feridas mais profundas se fecham
Se a maior dor for esquecida
Diz-me porque sou sempre a mesma
Claro, às vezes Floresco e às vezes desapareço.
Claro que voarei de ramo em ramo.
Claro, às vezes viro-me depressa e às vezes paro.
Claro, às vezes digo e às vezes calo-me.
Não acreditei em nunca não posso acreditar
Que tudo tem um fim
Claro, às vezes Floresco e às vezes desapareço.
Claro que voarei de ramo em ramo.
Claro, às vezes viro-me depressa e às vezes paro.
Claro, às vezes digo e às vezes calo-me.
Claro que se eu chorar Hoje vou rir amanhã
Claro, vou-me embora e depois volto.