Caligula's Horse — Dragonfly letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Dragonfly" de Caligula's Horse.
Letra
So she is running still,
And I am held here in her spark.
Earthquakes and easy pace,
Echoes that left their precious mark.
And she smiles like an open grave,
Mercy.
Won’t you beckon me into you…
Winter, my dragonfly.
Letting me drown here for a while.
Earthquakes and easy pace,
What I would give,
Just one more taste.
Shiver, winter, my dragonfly.
Peace in porcelain,
Wild like wine.
Drink my fill of your precious purpose.
Let it fill my chest,
Sing that sorrow,
The soul undressed.
Drink my fill of this fearless goddess.
The dragonfly.
Fierce, unbroken and crucified.
Eyes like truth.
Just like she’s always known.
And she smile like an open grave, mercy.
Won’t you please beckon me into you…
Winter, my dragonfly.
Letting me drown here for a while.
Earthquakes and easy pace,
What I would give,
Just one more taste.
Fire, feed me,
Just a little linger.
Shapeless.
Breathing.
Carry me to light.
Let fire feed me,
Just a little longer.
Shapeless.
Breathing.
Carry me to light.
Winter, my dragonfly.
Letting me drown here for a while.
Earthquakes and easy pace,
What I would give for her…
Holding on.
It’s alright.
It’s alright now.
And I never could find a grave that I wouldn’t fall into.
I am grateful for the climb.
And I reach for the echoes you left.
Teaching me patience,
And I am better for the yearning.
I’m not lost yet.
So she runs faster again, quietly hoping to free herself into the breathing.
Stand in the warmth of that light.
The spark that she gave to me.
I am ready.
I am certain.
I’m not lost yet.
She’s willing to pour her all, fierce, defiant, a voice I know.
It’s you…
But you’ll never see me coming.
But you’ll never see me coming.
I come by cloak and dagger in her light.
I, the spark’s long fight.
Fire, feed me,
But you’ll never see me coming.
Tradução da letra
Então, ela ainda está a correr.,
E estou aqui presa na sua centelha.
Terramotos e ritmo fácil,
Ecos que deixaram a sua marca preciosa.
E ela sorri como uma campa aberta,
Misericordia.
Não me vais chamar para dentro de TI?…
Winter, minha libélula.
Deixar-me afogar aqui por uns tempos.
Terramotos e ritmo fácil,
O que eu daria,
Só mais uma amostra.
Arrepios, inverno, minha libélula.
Paz em porcelana,
Selvagem como o vinho.
Bebe a minha dose do teu precioso propósito.
Deixa-o encher-me o peito,
Canta essa tristeza,
A alma despida.
Bebe a minha dose desta destemida deusa.
Libelula.
Ferozes, imaculados e crucificados.
Olhos como a verdade.
Tal como sempre soube.
E ela sorri como uma campa aberta, mercy.
Por favor, acena-me para dentro de TI.…
Winter, minha libélula.
Deixar-me afogar aqui por uns tempos.
Terramotos e ritmo fácil,
O que eu daria,
Só mais uma amostra.
Fogo, alimenta-me,
Só um bocadinho.
Disforme.
Respiracao.
Leva-me à luz.
Deixa o fogo alimentar-me,
Só mais um pouco.
Disforme.
Respiracao.
Leva-me à luz.
Winter, minha libélula.
Deixar-me afogar aqui por uns tempos.
Terramotos e ritmo fácil,
O que eu daria por ela…
Espera.
Está tudo bem.
Está tudo bem agora.
E nunca consegui encontrar um túmulo no qual não caísse.
Estou grato pela subida.
E eu alcanço os ecos que deixaste.
Ensinando-me a ter paciência,
E sou melhor para o anseio.
Ainda não estou perdido.
Então ela corre mais rápido de novo, calmamente esperando libertar-se para a respiração.
Fique no calor dessa luz.
A faísca que ela me deu.
Estou pronto.
Tenho a certeza.
Ainda não estou perdido.
Ela está disposta a derramar tudo, feroz, desafiadora, uma voz que eu conheço.
És tu.…
Mas nunca me verás chegar.
Mas nunca me verás chegar.
Venho de capa e Espada à luz dela.
Eu, a faísca é uma longa luta.
Fogo, alimenta-me,
Mas nunca me verás chegar.