Café Quijano — Éramos distintos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Éramos distintos" de Café Quijano.

Letra

Éramos distintos, siempre lo dijimos,
Éramos distintos.
Hasta que quisimos y pudimos descubrirnos,
Éramos distintos.
Y quién iba a decir que no era más que una ilusión;
Supimos, con el tiempo, que no basta con amor.
Cuantas veces vimos que éramos distintos
No era la verdad, éramos igual que los demás.
Y me duelen los recuerdos que se olvidan de que fuimos
Algo más que un desatino, mucho más que un mal destino.
Y me duele ver que siempre nos creímos convencidos
De que el otro era el motivo de que todo esté perdido.
Era yo tu espejo, tú eres mi reflejo,
Éramos el mismo.
Éramos dos gotas con distinto recorrido,
Éramos distintos.
Y quien iba a creer que siendo iguales no pudimos
Hacer el sueño eterno y reír en el camino.
Cuantas veces vimos que éramos distintos
No era la verdad, éramos igual que los demás.
Y me duelen los recuerdos que se olvidan de que fuimos
Algo más que un desatino, mucho más que un mal destino.
Y me duele ver que siempre nos creímos convencidos
De que el otro era el motivo de que todo esté perdido.
Y me duele convertirme en nostalgia sin olvido,
En abrazos encogidos que no abrazan con cariño.
Y me duele imaginarme quien se cruza en tu camino.
Y me duele, sobre todo, no poder soñar contigo,
No poder morir contigo.

Tradução da letra

Éramos diferentes, sempre dissemos,
Éramos diferentes.
Até que quisemos e pudemos nos descobrir,
Éramos diferentes.
E quem diria que era apenas uma ilusão;
Soubemos, com o tempo, que não basta com amor.
Quantas vezes vimos que éramos diferentes
Não era a verdade, éramos como os outros.
E doem me as memórias que se esquecem de que fomos
Algo mais do que um desatino, muito mais do que um mau destino.
E dói me ver que sempre pensámos que estávamos convencidos
Que o outro era o motivo de tudo estar perdido.
Eu era o teu espelho, tu és o meu reflexo,
Éramos o mesmo.
Éramos duas gotas com diferentes percursos,
Éramos diferentes.
E quem ia acreditar que sendo iguais não pudemos
Faça o sono eterno e rir ao longo do caminho.
Quantas vezes vimos que éramos diferentes
Não era a verdade, éramos como os outros.
E doem me as memórias que se esquecem de que fomos
Algo mais do que um desatino, muito mais do que um mau destino.
E dói me ver que sempre pensámos que estávamos convencidos
Que o outro era o motivo de tudo estar perdido.
E dói me transformar me em nostalgia sem esquecimento,
Em abraços encolhidos que não abraçam com carinho.
E dói-me imaginar quem se cruza no teu caminho.
E dói, acima de tudo, não poder sonhar com você,
Não poder morrer contigo.