Café Quijano — Nada de Na letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Nada de Na" de Café Quijano.

Letra

Te gusta engaar, te place mentir
Te ensucia el ayer y el hoy por venir
Se sabe tus guios, tus malos caminos
Se temen tus vicios, tu falta de oficio
Se fueron tus nervios, las voces los genios
Lloramos la pena que fue tu condena
Mi turno es vivir, el tuyo gaar
Y nunca cumplir nada de n Nada de n, ni mucho ni poco
Te quedas mirando la vida pasar
Qu te pueden dar siendo marioneta
De tan poca tela quin se va a fiar
Nada de n, ni mucho ni poco
Te quedas mirando la vida pasar
Damisela, falsa y bella
Si en tus carnes yo estuviera
No quisiera, ni siquiera
Imaginarlo, damisela
Nada de n, ni mucho ni poco
Te quedas mirando la vida pasar
Qu te pueden dar siendo marioneta
De tan poca tela quin se va a fiar
Nada de n, ni mucho ni poco
Te quedas mirando la vida pasar
Damisela, falsa y bella
Si en tus carnes yo estuviera
No quisiera, ni siquiera
Imaginarlo, damisela
Nada de n, ni mucho ni poco
Te quedas mirando la vida pasar
Qu te pueden dar siendo marioneta
De tan poca tela quin se va a fiar
Nada de n, ni mucho ni poco
Te quedas mirando la vida pasar

Tradução da letra

Gostas de engaar, gostas de mentir
Você fica sujo ontem e hoje para vir
Sabe-se os seus guios, os seus maus caminhos
Temem-se os teus vícios, a tua falta de ofício
Os teus nervos foram-se, as vozes Os génios
Chorámos a pena que foi a tua condenação
A minha vez é viver, o teu gaar
E nunca cumprir nada de N Nada de N, nem muito nem pouco
Você fica olhando para a vida passar
O que te podem dar como marioneta
De tão pouco tecido quin vai confiar
Nada de n, nem muito, nem pouco
Você fica olhando para a vida passar
Donzela, falsa e bela
Se na tua carne eu estivesse
Não queria, nem sequer
Imagine, donzela
Nada de n, nem muito, nem pouco
Você fica olhando para a vida passar
O que te podem dar como marioneta
De tão pouco tecido quin vai confiar
Nada de n, nem muito, nem pouco
Você fica olhando para a vida passar
Donzela, falsa e bela
Se na tua carne eu estivesse
Não queria, nem sequer
Imagine, donzela
Nada de n, nem muito, nem pouco
Você fica olhando para a vida passar
O que te podem dar como marioneta
De tão pouco tecido quin vai confiar
Nada de n, nem muito, nem pouco
Você fica olhando para a vida passar