Café Quijano — Desengaño letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Desengaño" de Café Quijano.
Letra
Nadie me dijo que para amar
Haya que hacer un sacrificio.
Lo nuestro ha sido una batalla
Que perdí desde el inicio.
Que desengaño, que triste historia,
Otro fracaso en mi memoria;
Que desengaño, que triste historia
En mi memoria.
Nadie me dijo que en este juego
Del amor siempre hay quien pierde.
Fue tu palabra, fueron los gestos,
También tus hechos los que mintieron;
Fue tu palabra, fueron tus gestos
Los que mintieron.
Como imaginarme, como arrepentirme
De la noche de los cuentos,
De los besos de los sueños.
Nunca nadie fue tan dulce,
Nunca nadie fue tan tierna,
Ni tampoco al mismo tiempo,
Hechicera de palabra no sincera.
Nadie me dijo, que los comienzos
Son engaños verdaderos;
Que las promesas siempre son
Las prisiones del tintero.
Todo es precioso, un bello idilio,
Primero flores, luego el martirio,
Todo es precioso, un bello idilio,
Luego el martirio.
Como imaginarme, como arrepentirme
De la noche de los cuentos,
De los besos de los sueños.
Nunca nadie fue tan dulce,
Nunca nadie fue tan tierna,
Ni tampoco, al mismo tiempo,
Hechicera de palabra no sincera.
Como imaginarme, como arrepentirme
De la noche de los cuentos,
De los besos de los sueños.
Nunca nadie fue tan dulce,
Nunca nadie fue tan tierna,
Ni tampoco, al mismo tiempo,
Hechicera de la palabra no sincera.
Tradução da letra
Ninguém me disse para amar
Temos de fazer um sacrifício.
A nossa coisa foi uma batalha
Que perdi desde o início.
Que desilusão, que triste história,
Outro fracasso na minha memória;
Que desilusão, que triste história
Na minha memória.
Ninguém me disse que neste jogo
Do amor há sempre quem perde.
Foi a tua palavra, foram os gestos,
Também os teus factos os que mentiram;
Foi a tua palavra, foram os teus gestos
Os que mentiram.
Como imaginar, como Arrepender-me
Da noite dos contos,
Dos beijos dos sonhos.
Nunca ninguém foi tão doce,
Nunca ninguém foi tão carinhosa,
Nem ao mesmo tempo,
Feiticeira de palavra não sincera.
Ninguém me disse, que começos
São verdadeiros enganos;
Que as promessas são sempre
As prisões do tinteiro.
Tudo é lindo, um belo idílio,
Primeiro flores, depois o martírio,
Tudo é lindo, um belo idílio,
Depois o martírio.
Como imaginar, como Arrepender-me
Da noite dos contos,
Dos beijos dos sonhos.
Nunca ninguém foi tão doce,
Nunca ninguém foi tão carinhosa,
Nem, ao mesmo tempo,
Feiticeira de palavra não sincera.
Como imaginar, como Arrepender-me
Da noite dos contos,
Dos beijos dos sonhos.
Nunca ninguém foi tão doce,
Nunca ninguém foi tão carinhosa,
Nem, ao mesmo tempo,
Feiticeira da palavra não sincera.