Caetano Veloso — Cuesta Abajo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cuesta Abajo" de Caetano Veloso.

Letra

Si arrastre por este mundo
La verguenza de haber sido
Y el dolor de ya no ser
Bajo el ala del sombrero.
Cuantas veces, embozada,
Una lagrima asomada yo no pude contener
Si vagu por los caminos
Como un paria que el destino.
Se empeo en deshacer
Si fui flojo, si fui ciego,
Solo quiero que comprendan
El valor que representa el coraje de querer.
Era, para mi la vida entera
Como un sol de primavera
Mi esperanza y pasin,
Sabia que en el mundo no caba.
Toda la humilde alegra de mi pobre corazn
Ahora cuesta abajo en mi rodada
Las ilusiones pasadas
Ya no las puedo arrancar.
Sueo, con el pasado que aoro,
El tiempo viejo que lloro
Y que nunca volver
Por seguir tras de su huella
Yo beb incansablemente.
En mi copa de dolor
Pero nadie comprenda
Que si todo yo lo daba
En cada vuelta dejaba
Pedazos de corazn.
Ahora triste en la pendiente,
Solitario y ya vencido,
Yo me quiero confesar,
Si aquella boca menta,
El amor que me ofreca,
Por aquellos ojos brujos
Yo habra dado siempre mas
Era, para mi la vida entera.

Tradução da letra

Se arrastar por este mundo
A vergonha de ter sido
E a dor de já não ser
Sob a asa do chapéu.
Quantas vezes, embozada,
Uma lágrima espreitada eu não pude conter
Sim vaguei pelas estradas
Como um pária que o destino.
Ele começou a desfazer
Se fui preguiçoso, se fui cego,
Só quero que compreendam
O valor que representa a coragem de querer.
Era, para mim a vida inteira
Como um sol de primavera
Minha esperança e pasin,
Sabia que no mundo não cabia.
Toda a humilde alegria do meu pobre coração
Agora descendo no meu rolo
As ilusões passadas
Já não as consigo arrancar.
Sonho, com o passado que aoro,
O tempo velho que eu choro
E que nunca mais voltar
Por continuar atrás da sua impressão digital
Eu bebo incansavelmente.
No meu copo de dor
Mas ninguém entende
Que se tudo eu o desse
Em cada turno eu deixava
Pedaços de coração.
Agora triste na encosta,
Solitário e já vencido,
Eu quero confessar,
Se aquela boca hortelã,
O amor que me oferece,
Por aqueles olhos feiticeiros
Eu teria dado sempre mais
Era, para mim a vida inteira.