Bunbury — Han Caido Los Dos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Han Caido Los Dos" de Bunbury.

Letra

Han caído los dos…
Han caído los dos cual soldados fulminados al suelo
Y ahora están atrapados los dos en la misma prisión
Vigilados por el ojo incansable del deseo voraz
Sometidos a una insoportable tensión de silencio
Han caído los dos bajo el punto de vista exclusivo
Iniciando una guerra en que nadie pudo vencer jamás
Ella sabe lo que el hombre espera sin haberlo aprendido
Y él encuentra sentido a un enigma que no le dejaba existir
Antes eran dos barcos sin rumbo
Hoy son dos marionetas que van
Persiguiendo una luz cegadora por la línea del tiempo
Han caído los dos en la boca de un dios tenebroso
Que sonríe mostrando
Sus dientes de acero
Han caído los dos cual soldados fulminados al suelo
Y ahora están atrapados los dos en la misma prisión
Vigilados por el ojo incansable del deseo voraz
Sometidos a una insoportable tensión de silencio
Antes eran dos barcos sin rumbo
Hoy son dos marionetas que van
Persiguiendo una luz cegadora por la línea del tiempo
Han caído los dos en la boca de un dios tenebroso
Que sonríe mostrando sus dientes de acero
…ella sabe lo que el hombre espera sin haberlo aprendido
Y él encuentra sentido a un enigma que no le dejaba existir…

Tradução da letra

Ambos caíram…
Caíram os dois que soldados fulminados ao chão
E agora estão ambos presos na mesma prisão
Vigiados pelo olho incansável do desejo voraz
Submetidos a uma insuportável tensão de silêncio
Os dois caíram sob o ponto de vista exclusivo
Iniciando uma guerra em que ninguém jamais poderia vencer
Ela sabe o que o homem espera sem ter aprendido
E ele encontra sentido a um enigma que não o deixava existir
Antes eram dois navios sem rumo
Hoje são dois fantoches que vão
Perseguindo uma luz ofuscante pela linha do tempo
Caíram os dois na boca de um deus assustador
Que sorri mostrando
Seus dentes de aço
Caíram os dois que soldados fulminados ao chão
E agora estão ambos presos na mesma prisão
Vigiados pelo olho incansável do desejo voraz
Submetidos a uma insuportável tensão de silêncio
Antes eram dois navios sem rumo
Hoje são dois fantoches que vão
Perseguindo uma luz ofuscante pela linha do tempo
Caíram os dois na boca de um deus assustador
Que sorri, mostrando seus dentes de aço
sabe ela sabe o que o homem espera sem ter aprendido
E ele encontra sentido a um enigma que não o deixava existir…