Bunbury — El Porqué De Tus Silencios letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El Porqué De Tus Silencios" de Bunbury.
Letra
El porque de tus silencios
Que quieres ocultar
El porque de tanto tiempo
Sin hablar
Dios te libre de inventar
De mentir o de callar
Cuando cantas
Como un pájaro indefenso
Bajo la tempestad
Aun encuentras fundamentos
En la ruina cruel
De tu memoria al recordar
El porque de tus silencios
Y las huellas de tus pies
En la arena frente al mar
Borradas por el vaivén
De las aguas
El fin es el comienzo
Ya nadie te espera
No sabes si sales o si entras
Son asuntos de familia
Que no se pueden tratar
La gente no cambia
Los genes no engañan
Y tus flechas nunca dan
En el centro
Del blanco de la diana
Y las huellas de tus pies
En la arena frente al mar
Borradas por el vaivén
De las aguas
El fin es el comienzo
Ya nadie te espera
No sabes si sales o si entras
Que difícil es poner
Todos lo dias
Un poco de luz
En tus venas
Y las huellas de tus pies
En la arena frente al mar
Borradas por el vaivén
De las aguas
El fin es el comienzo
Ya nadie te espera
No sabes si sales o si entras
Tradução da letra
O porquê dos teus silêncios
O que queres esconder
O porquê de tanto tempo
Sem falar
Deus te livre de inventar
De mentir ou de calar a boca
Quando cantas
Como um pássaro indefeso
Sob a tempestade
Você ainda encontra fundamentos
Na ruína cruel
Da sua memória ao lembrar
O porquê dos teus silêncios
E as pegadas dos teus pés
Na areia à beira mar
Apagadas pelo vaivém
Das águas
O fim é o começo
Já ninguém te espera
Não sabes se sais ou se entras
São assuntos de família
Que não podem ser tratados
As pessoas não mudam
Os genes não enganam
E as tuas flechas nunca dão
No centro
Do alvo do alvo
E as pegadas dos teus pés
Na areia à beira mar
Apagadas pelo vaivém
Das águas
O fim é o começo
Já ninguém te espera
Não sabes se sais ou se entras
Que difícil é colocar
Todos os dias
Um pouco de luz
Nas tuas veias
E as pegadas dos teus pés
Na areia à beira mar
Apagadas pelo vaivém
Das águas
O fim é o começo
Já ninguém te espera
Não sabes se sais ou se entras