Buena Fe — Dos Emigrantes letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dos Emigrantes" de Buena Fe.

Letra

Dos semejantes emigrantes,
fieles a su esp? ritu se enrolan a viajar;
pero ya esta vez, todo es al rev? s,
vienen de rodar y recorrer el mundo.
Dos semejantes emigrantes,
que se fueron en la balsa o por el aire
o como poliz? n,
cruzando el desierto
rumbo hacia lo incierto.
Pero ahora el tiempo es de resurrecci? n.
Oliendo a progreso
vienen de regreso.
Dime, ?cu?l has visto t?
Dime, ?cu?l has visto t?
De los que han quedado atrapados en estos versos.
Uno de los dos
vendr? con un acento,
como si no hubiera nacido aqu? dentro.
Uno de los dos,
con el cuello dorado
para que vean lo bien que ha estado.
Otro, m? s discreto, con delicadeza,
sabr? el respeto que arde en la pobreza.
Y ver? gigante en todo aquel que se qued?
cuando una daga le recuerde
por qu? fue que se march?.
Cuando una mierda le recuerde
por qu? fue que se march?.
Uno de los dos,
de familiar divino
cual due? o de la l? mpara de Aladino.
Uno de los dos repartir? promesas
que acaban donde mismo empiezan.
Y entre explicaciones de trucos y hechizos
el otro deslustrando al Para? so.
Dejando preguntas siempre peligrosas:
Que? cu?ndo co? o va a ser que cambiar? n las cosas?
Que? cu?ndo co? o va a ser que cambiar? n las cosas?
Uno de los dos,
comprando sexo fresco
a quien le enga? e m? s en menos tiempo.
Uno de los dos, estrenar? la gracia
de ser especialista en democracia.
Uno de los dos, pidiendo de amistades,
como si no hubieran pasado las edades.
Uno de los dos vendr? como vocero:
No cambies el coraz? n por el ropero.

Tradução da letra

Dois emigrantes semelhantes,
fiel ao seu esp? Ritu eles se inscrevem para viajar;
mas desta vez, é tudo para rev? s,
eles vêm de rolar e percorrer o mundo.
Dois emigrantes semelhantes,
eles foram na jangada ou pelo ar
ou como polícia? n,
atravessando o deserto
rumo ao incerto.
Mas agora o tempo é de resurrecci? n.
Cheirando a progresso
eles estão a voltar.
Diz-me, ?cu?viste o t?
Diz-me, ?cu?viste o t?
Daqueles que ficaram presos nestes versos.
Um dos dois
vir? com um sotaque,
como se eu não tivesse nascido aqui? lá dentro.
Um dos dois,
com o pescoço dourado
para que vejam como tem estado bem.
Outro, m? s discreto, com delicadeza,
sabr? o respeito que arde na pobreza.
E ver? gigante em todo aquele que se qued?
quando uma adaga se lembrar de você
por que? ele foi embora?.
Quando me lembrar de alguma coisa
por que? ele foi embora?.
Um dos dois,
de familiar divino
qual due? ou do l? mpara de Aladino.
Um dos dois distribuir? promessas
que acabam onde começam.
E entre explicações de truques e feitiços
o outro manchando o Para? so.
Deixando perguntas sempre perigosas:
O quê? cu?ndo co? ou será que vai mudar? n as coisas?
O quê? cu?ndo co? ou será que vai mudar? n as coisas?
Um dos dois,
comprando sexo fresco
a quem o enga? e m? s em menos tempo.
Um de nós, Novo? a graça
de ser especialista em democracia.
Um dos dois, pedindo amizades,
como se as idades não tivessem passado.
Um dos dois virá? como porta-voz:
Não mude o coraz? n pelo guarda-roupa.