Buck 65 — Corrugated Tin Facade letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Corrugated Tin Facade" de Buck 65.

Letra

Look at this mess
He thought he was cheatin' God
She leaves in the autumn
His face like a beaten dog
Now he’s become everything that you hate
He’s just in time to be too late
His friends are like snowflakes
His lies are confessions
Behold the old man
and his ruined possessions
He can’t play guitar but he does try very hard
Pens from hotel rooms, old library card
Photos and whatnots, blood in his boots
Sun in his eyes, an achor instead of roots
Clocks on every wall, fish in the ocean
Solitude, faith, suspicion, commotion
The whole in his stomach tastes like words
He dreams and imagines his face like hers
He knows he can’t live without his greatest fears
And nothing’s more beautiful than
a woman’s tears…
Cardboard boxes full of regrets
He feeds his remorse like you feed your pets
Voices in his head that all said, «live a day"but
The look in his eyes makes him a dead giveaway
The bough that he breaks, the line that he draws
He fell in love with the ugliness that nobody saw
As close as he came, as far as he stood,
He loved her with his mouth as hard as he could
Most people change when they enter the door
They walk home from work and remember the war
He’s digging a ditch, and spent the day piling
Dirt until it hurt and went away smiling
Alone and heartbroken, just the way he likes it Only the loneliness knows him wholly
And nothing seems to work, wrong everywhere
He watches her brushing her long, heavy hair

Tradução da letra

Olha para esta confusão.
Ele pensou que estava a trair Deus.
Ela parte no outono
A cara dele como um cão espancado
Agora ele tornou-se tudo o que tu odeias
Chegou mesmo a tempo de chegar tarde.
Os amigos dele são como flocos de neve.
As suas mentiras são confissões.
Contemplem o velho
e os seus bens em ruínas
Ele não sabe tocar guitarra, mas esforça-se muito.
Canetas de quartos de hotel, cartão de biblioteca antigo
Fotos e coisas do género, sangue nas botas dele.
Sol nos seus olhos, uma dor em vez de raízes
Relógios em cada parede, peixes no oceano
Solidão, fé, suspeita, comoção
Todo o seu estômago sabe a palavras
Ele sonha e imagina a sua cara como a dela.
Ele sabe que não pode viver sem os seus maiores medos.
E nada é mais bonito do que
lágrimas de mulher…
Caixas de cartão cheias de arrependimentos
Ele alimenta os remorsos como tu alimentas os teus animais de estimação.
Vozes na sua cabeça que todos diziam: "viva um dia", mas
O olhar nos seus olhos faz dele um sinal de vida.
O ramo que ele quebra, a linha que ele desenha
Ele apaixonou-se pela feiúra que ninguém viu
Tão perto quanto chegou, tão longe quanto estava,
Ele amava-a com a boca o mais forte que podia
A maioria das pessoas mudam quando entram pela porta.
Eles vão para casa do trabalho e lembram-se da guerra.
Está a cavar uma vala e passou o dia a amontoar-se.
Sujeira até doer e partir sorrindo
Sozinho e de coração partido, da maneira que ele gosta só a solidão o conhece completamente
E nada parece funcionar, errado em todo o lado
Ele vê-a a escovar o cabelo comprido e pesado