Brusco — Casa Mia letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Casa Mia" de Brusco.

Letra

Lo sai com'è lo sai com'è
Eccomi qua ora sto qua rimango qua
Tra quelli che mi vogliono bene
Qua eccomi qua
La mia città la mia gente ed il mio quartiere
Se vedo cose che non voglio vedere
Non me ne vado si può rimanere
Difendo da dove vengo
Perché ci tengo e pretendo di farlo insieme
Difendo il posto da violenti e razzisti
Coi pugni coi calci coi denti e coi dischi
Perché se aspetto tenenti e ministri
Chi mi sta a cuore passa momenti tristi
Gli stupratori vanno uccisi e si è visti
Propongo torture per chi molesta
Capisco studenti e turisti ma insisti
Se resti ma è meglio resisti
Ogni strada ogni palazzo ogni piazza che c'è
Dalla scuola fino al parco fanno parte di me Io non vado via
Lo sai com'è
Questa è casa mia
Capisco bene chi non resta e va in città
Perché fa l’università ma rispetto ed apprezzo
Chi rimane qua per questione di affetto e di identità
E sa che chiunque ha l’opportunità
Di migliorare con la propria volontà e poi
Chi vivrà vedrà
Ciò che rimarrà in eredità
Vedo ogni giorno la stessa vecchietta
Sta ferma all’incrocio e non so cosa aspetta
Il giornalaio con la sua sigaretta
Che si sbaglia sempre e mi da la gazzetta
Poi c'è il fornaio che fa la pizzetta
Più unta del mondo ma così è perfetta
Il San Bernardo che viene e si getta sulla mia maglietta
E mi lecca
Eccomi qua ora sto qua rimango qua
Tra quelli che mi vogliono bene
Qua eccomi qua
La mia città la mia gente ed il mio quartiere
Se vedo cose che non voglio vedere
Non me ne vado si può rimanere
Difendo da dove vengo
Perché ci tengo e pretendo di farlo insieme
Ogni strada ogni palazzo ogni piazza che c'è
Dalla scuola fino al parco fanno parte di me Io non vado via
Lo sai com'è
Questa è casa mia
(Grazie a Tommaso 91 per questo testo)

Tradução da letra

Tu sabes como é tu sabes como é
Aqui estou eu estou aqui estou eu estou aqui
Entre aqueles que me amam
Aqui estou eu
A minha cidade o meu povo e o meu bairro
Se vejo coisas que não quero ver
Não te vou deixar. podes ficar.
Eu defendo de onde venho
Porque me preocupo com isso e tenciono fazê-lo juntos.
Eu defendo o lugar da violência e do racismo
Com socos com pontapés com dentes e discos
Porque se eu esperar pelos tenentes e ministros
Aqueles que se preocupam comigo passam momentos tristes
Os violadores devem ser mortos e vistos.
Proponho tortura para aqueles que assediam
Eu entendo estudantes e turistas, mas insisto
Se ficares, é melhor aguentares.
Cada rua cada Palácio cada praça há
Da escola ao Parque fazem parte de mim. não me vou embora.
Sabes como é.
Esta é a minha casa.
Eu entendo bem quem não fica e vai para a cidade
Por que a universidade mas eu respeito e aprecio
Que fica aqui por afeição e identidade
E ele sabe que qualquer um tem a oportunidade
Para melhorar com a sua própria vontade e depois
Quem viverá verá
O que restará em herança
Vejo a mesma velhota todos os dias.
Ela está no cruzamento e não sei do que está à espera.
O homem do jornal com o seu cigarro
Que está sempre errado e me dá a Gazeta
Depois há o padeiro que faz a pizzetta.
O mais gorduroso do mundo, mas por isso é perfeito.
O São Bernardo que vem e se atira na minha camisa
E lambe-me
Aqui estou eu estou aqui estou eu estou aqui
Entre aqueles que me amam
Aqui estou eu
A minha cidade o meu povo e o meu bairro
Se vejo coisas que não quero ver
Não te vou deixar. podes ficar.
Eu defendo de onde venho
Porque me preocupo com isso e tenciono fazê-lo juntos.
Cada rua cada Palácio cada praça há
Da escola ao Parque fazem parte de mim. não me vou embora.
Sabes como é.
Esta é a minha casa.
(Agradecimentos a Thomas 91 por este texto)