Broussaï — Sans frontières letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sans frontières" de Broussaï.
Letra
Depuis des siecles on érige des barrieres
Au nom des Nations on a croisé le fer
Les lignes tracées par les conquerants d’hier
Et demain modifiées par les joutes militaires
Des frontieres, des limites, des murs sur la terre entiere
Pour justifier des différences imaginaires
Diviser pr mieux regner c’est le nerf de la guerre
Les seules frontieres que je connais sont les montagnes et les mers
Les fleuves, les océeans et les rivières
Car nous sommes tous enfants du même univers
Je voudrais silloner les terres du monde entier
Comme si c’etaient les rues de mon quartier
J’aimerais me balader sans me faire arreter
Venir, aller sans problemes d’identité
Je voudrais silloner les terres du monde entier
Comme si c'étaient les rues de mon quartier
J’aimerais me balader sans me faire arrêter
Je voudrais silloner les terres du monde entier
Comme si je me baladais dans les rues de mon quartier
J’aimerais me déplacer sans me faire arrêter
Sans problème d’identité que je sois dreadman ou yeux bridés
Remonter le Rideau de Fer pour creuser des fossés entre les communautés
Derrière un grillage sectaire, on ferme les yeux sur la pauvreté d' à coté
Des solutions pas charters, combien de «sans papiers» faut-il encore déporter?
Je rêve de voir nos bras ouverts, essuyer les larmes des nombreuses familles
rejetées
Je voudrais silloner les terres du monde entier
Escalader les barbelés de la misère
Atteindre l’eldorado que chacun espère
Fuir par les mers, les terres, ou les airs
Devenir clandestin quand l'étau se resserre
Des marocains noyés dans le détroit de Gibraltar
Des Africains esclaves dans les caves d’un navire illusoire
Des Cambodgiens morts de froid dans les soutes d’uh avion
Des Arméniens asphysixiés dans les remorques d’un camion
Des Européens enfermés par des terroristes
Des Mexicains lynchés par des douanes ricaines égoistes
Est-ce que vos enjeux politiques, vos richesses economiques
Valent toutes ces vies oubliées dans de morbides stastistiques
Je voudrais silooner les terres du monde entier
Comme si c’etait les rues de mon quartier
J’aimerais me balader sans me faire arrêter
Je prends ma plume pour dénoncer ce genre de pensées
Qui se résume à une phobie tenace de l'étranger
Comme d’habitude la nationalisme hante leurs idées
Telle une enclume au fond du port qui reste coincée
Cette attitude arrogante, ce manque d’hospitalité
Dont font l'étaude les occidentaux par milliers
Qui je présume obsédés par leur insécurité
Quelle amertume de voir encore reculer l’humanité
Tradução da letra
Durante séculos, foram erguidas barreiras
Em nome das Nações atravessamos o ferro
As linhas traçadas pelos conquistadores de ontem
E amanhã modificado por justas militares
Fronteiras, fronteiras, paredes em toda a terra
Para justificar diferenças imaginárias
Dividir pr é melhor reinar é o nervo da guerra
As únicas fronteiras que conheço são montanhas e mares.
Rios, oceanos e rios
Porque somos todos filhos do mesmo universo
Gostaria de viajar pelas terras do mundo inteiro.
Como se fossem as ruas do meu bairro
Eu gostaria de andar por aí sem ser parado
Vamos, vamos sem problemas de identidade
Gostaria de viajar pelas terras do mundo inteiro.
Como se fossem as ruas do meu bairro
Gostava de andar por aí sem ser preso.
Gostaria de viajar pelas terras do mundo inteiro.
Como se andasse pelas ruas do meu bairro
Gostaria de me mudar sem ser preso.
Sem problemas de identidade se eu sou dreadman ou olhos esbugalhados
Levantar a cortina de ferro para cavar lacunas entre as comunidades
Atrás de uma cerca sectária, fechamos os olhos à pobreza de lado
Soluções não cartas, quantos "indocumentados" ainda têm de deportar?
Sonho ver os nossos braços abertos, enxugar as lágrimas das muitas famílias
rejeitado
Gostaria de viajar pelas terras do mundo inteiro.
Escalar o arame farpado da miséria
Alcançar o eldorado que todos esperam
Fuja através dos mares, terras ou ar
Tornar-se clandestino quando o torno aperta
Os marroquinos afogaram-se no Estreito de Gibraltar.
Escravos africanos nas caves de um navio ilusório
Cambojanos mortos a frio nos beliches de UH plane
Arménios asfixiados em reboques
Os europeus presos por terroristas
Mexicanos linchados por costumes porto-riquenhos egoístas
É a sua aposta política, a sua riqueza económica
Vale todas estas vidas esquecidas em estastísticas mórbidas
Gostaria de silenciar as terras do mundo inteiro
Como se fossem as ruas do meu bairro
Gostava de andar por aí sem ser preso.
Pego na minha caneta para denunciar este tipo de pensamentos.
Que se resume a uma fobia tenaz do estrangeiro
Como de costume, o nacionalismo assombra as suas ideias.
Como uma bigorna no fundo do porto que fica presa
Esta atitude arrogante, esta falta de hospitalidade
Dos quais os ocidentais aos milhares
Que eu presumo obcecado com a sua insegurança
Como é amargo ver a humanidade recuar novamente