Bocafloja — Segundos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Segundos" de Bocafloja.
Letra
Segundos en la línea, una catástrofe idiomática
Segundos en su escala de poder policromática
Según Virgilio este poema huele a sol y sabe a mierda
Según el franciscano al subhumano sólo el yugo lo amedrenta
Segunda parte, su moral judeocristiana nos matiza
La inferiorización pasa factura y el colono la amortiza
Primeros en el juego que entretiene a los segundos
Mantiene como el show, tienda de raya vitalicia sus difuntos
Segundos siempre en punto
Segundos siempre tarde
Melanina nunca a tiempo, nunca en punto
Según que la cruzada no es en contra de mi casa
Pregúntale al islam de quién es Gaza
Va por amor, por dignidad
Segundo plano nunca más
Normalizado viene atrás
Ya libertaria es mi violencia
No me esperes sentado
Este es el cuerpo del repudio
Está desnudo y alterado
Un elefante en este cuarto
Un animal vulgarizado
El que se comió las sobras
Del contaje de la historia
Anhelos inconclusos sin menciones meritorias
Reparación es más que un cheque miserable
Es un masaje para el hambre un colectivo imaginable
Segunda mano es la doctrina enciclopédica
De primer mano es un pasaje para la tortura médica
Ahora comprendes la maniática limpieza del calzado
Fotos de un cautiverio permanente sin querer avergonzado
No es el verano del 60 más ocho
Y un morocho está que explota, date cuenta
Va por amor por dignidad
Segundo plano nunca más
Normalizado viene atrás
Ya libertaria es mi violencia
Tradução da letra
Segundos na linha, uma catástrofe idiomática
Segundos em sua escala de poder policromática
Segundo Virgílio este poema cheira a sol e sabe a merda
Segundo o franciscano ao subhumano só o jugo o amedronta
Segunda parte, sua moral judaico-cristã nos matiza
A inferiorização é faturada e o colono a amortiza
Primeiros no jogo que entretém os segundos
Mantém como o show, loja de raia vitalícia seus defuntos
Segundos sempre em ponto
Segundos sempre atrasado
Melanina nunca no tempo, nunca no ponto
Segundo que a cruzada não é contra a minha casa
Pergunta ao Islão de quem é Gaza
Vai por amor, por dignidade
Segundo plano nunca mais
Normalizado vem para trás
Já libertária é a minha violência
Não esperes por mim sentado
Este é o corpo do repúdio
Está nu e perturbado
Um elefante nesta sala
Um animal vulgar
Aquele que comeu as sobras
Da contagem da história
Anseios inacabados sem menções meritórias
Reparação é mais do que um cheque miserável
É uma massagem para a fome um coletivo imaginável
Segunda mão é a doutrina enciclopédica
De primeira mão é uma passagem para a tortura médica
Agora você entende a limpeza maníaca do calçado
Fotos de um cativeiro permanente sem querer envergonhado
Não é o verão de 60 mais oito
E um morocho está explodindo, perceba
Vai por amor por dignidade
Segundo plano nunca mais
Normalizado vem para trás
Já libertária é a minha violência