Bocafloja — Norte letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Norte" de Bocafloja.

Letra

Pasión completa en proceso, complejidad frecuente
Es un asalto señores, complicidad sonriente
Toda obviedad jerarquiza, toda violencia pasiva
Toda ansiedad destructiva, la incertidumbre atrevida, ¡voy!
Mascando menta y tú, la vida a la venta
En plantación moderna cuenta, ¡mm!
Todos gritando que camina por la calle un tipo raro
Una epidemia colonial, modernidad sin un amparo
Y en realidad conoces poco la misión de un caminante
Si el odio habla prendo fuego pa' su viaje diletante
No hay menosprecio al intelecto, no hay subestimación
La comprensión va sin efecto
La educación inútil si responde al interés de aquel sistema de concreto
Caricia sin afecto
La fundación de una memoria sin la sombra del varón y su amuleto
Estrella del norte, una señal que reconforte
No hay pasaporte ni dueño que ahora importe
Estrella del norte, una señal que reconforte
No hay pasaporte ni dueño que ahora importe
Desprogramando el castigo, vamos sonando el alma, ¡voy!
Al fuego lento y maduro va mesurando el drama, ¡hoy!
Mi sanidad no acredita en la enciclopedia de la corte
Mira amable son sus pobres ve pa’l monte
La sangre de mi sangre mi consorte
Proyectos de remoción de victima a victimario
Jamás conté en su nación, no pidan sea solidario ¡estoy!
Saldando cuentas, las voces de estos hiatos marginales dando cuentas, ¡soy!
Aquel despótico sensato en su estructura
Metáforas en Grecia dando trotes en llanura
Y aquel maniático inducido a la locura
Vocablo baila al trote de una síncopa y su cura
Y aquel simpático blasfemo a la cordura
Y el ángel sustantivo de esta marcha para su nomenclatura
Nomenclatura
Estrella del norte, una señal que reconforte
No hay pasaporte ni dueño que ahora importe
Estrella del norte, una señal que reconforte
No hay pasaporte ni dueño que ahora importe

Tradução da letra

Paixão completa no processo, complexidade frequente
É um assalto senhores, cumplicidade sorridente
Toda obviedade hierarquiza, toda violência passiva
Toda ansiedade destrutiva, incerteza ousada, eu vou!
Mastigando hortelã e você, a vida À venda
Na plantação moderna conta, mm!
Todos gritando que anda pela rua um cara estranho
Uma epidemia colonial, modernidade sem um amparo
E na verdade você conhece pouco a missão de um caminhante
Se o ódio fala incendiando pa ' sua jornada diletante
Não há desprezo pelo intelecto, não há subestimação
A compreensão vai sem efeito
A educação inútil se responde ao interesse daquele sistema concreto
Carícia sem carinho
A fundação de uma memória sem a sombra do homem e seu amuleto
Estrela do norte, um sinal reconfortante
Não há passaporte nem proprietário que agora importe
Estrela do norte, um sinal reconfortante
Não há passaporte nem proprietário que agora importe
Desprogramando o castigo, vamos soando a alma, vou!
Ao fogo lento e maduro vai mesurando o drama, hoje!
Minha cura não credita na Enciclopédia da corte
Olha amável são seus pobres ve pa'l monte
O sangue do meu sangue o meu consorte
Projetos de remoção de vítima para vitimário
Nunca contei em sua nação, não peçam seja solidário estou!
Saldando contas, as vozes desses hiatos marginais dando contas, eu sou!
Aquele despótico sensato em sua estrutura
Metáforas na Grécia dando trotes em planície
E aquele maníaco induzido à loucura
Vocábulo dança ao trote de uma síncope e sua cura
E aquele simpático blasfemo à sanidade
E o anjo substantivo desta marcha para sua nomenclatura
Nomenclatura
Estrela do norte, um sinal reconfortante
Não há passaporte nem proprietário que agora importe
Estrela do norte, um sinal reconfortante
Não há passaporte nem proprietário que agora importe