Blitzen Trapper — Love and Hate letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Love and Hate" de Blitzen Trapper.

Letra

When you left me you left me on the way back down
far afield and casting far away back home
I was wounded, a cripple cast upon the streams
pushed by currents, coursing through my deepest dreams
and if I’m asking myself why that you would leave me here to die
why love and hate cohabitate in a lover’s lonely eye
don’t ask why, oh baby don’t ask why
oh no When you loved me your love was like a winding road
long and leading brightly to the mountain’s edge
I was spellbound seeking vainly for a sign
a sign had been suspended by the finished end
if I’m asking myself why you would leave me here to die
why love and hate cohabitate in a lover’s lonely eye
don’t ask why, oh baby don’t ask why
oh no When you left me I wandered down through dusty towns
witness to the wars that raged within men’s minds
I was thirsty, a refugee upon the road
walking through the ruins of this kingdom come
and if I’m asking myself why that you would leave me here to die
why love and hate cohabitate in a lover’s lonely eye
don’t ask why, oh baby don’t ask why
oh no

Tradução da letra

Quando me deixaste, deixaste - me no caminho de volta para baixo.
muito longe e lançando muito longe de casa
Fui ferido, um aleijado lançado nos riachos.
empurrado por correntes, percorrendo os meus sonhos mais profundos
e se estou a perguntar-me porque me deixarias aqui para morrer
por que o amor e o ódio coabitam no olhar solitário de um amante
não perguntes porquê, querida não perguntes porquê
Oh não, quando me amavas o teu amor era como uma estrada sinuosa
long and leading brightly to the mountain's edge
Estava enfeitiçado à procura de um sinal em vainly.
um sinal tinha sido suspenso até o final
se me pergunto porque me deixarias aqui para morrer
por que o amor e o ódio coabitam no olhar solitário de um amante
não perguntes porquê, querida não perguntes porquê
não, quando me deixaste, vagueei por cidades empoeiradas.
testemunha das guerras que assolaram a mente dos homens
Tinha sede, um refugiado na estrada.
caminhando pelas ruínas deste Reino vindouro
e se estou a perguntar-me porque me deixarias aqui para morrer
por que o amor e o ódio coabitam no olhar solitário de um amante
não perguntes porquê, querida não perguntes porquê
oh não