Binomio de Oro — Te Quiero letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Te Quiero" de Binomio de Oro.

Letra

Desde que vi tus ojos, morena
Los días para mi han sido poemas
Porque con tu mirada las huellas
De penas que azotaban mi alma
Se fugaron cual nube viajera
Que murió en la tempestad
Y nacieron mis coplas sinceras
Como de las tormentas las aguas
Que nacen cristalinas y tiernas
Radiantes de inmensidad
Con mi ilusión viviré, morena
Porque tus ojos dan vida eterna
Tal vez dirás al verme aquí
Cantando tu serenata
Que no es así, que no es verdad
Que esas son cosas que pasan
Pero te adoro, no es un capricho
No es un capricho si nace del alma
Antes era el peregrino sin tierra
Y encontré mi amor, me quedo, me quedo
No se oirá jamás, muy lejos, tan lejos
Un triste aletear de ave pasajera
Que va sin cesar por el ancho cielo
Quisiera embriagar mi amor con tus besos
Y hacerte sentir pasión verdadera
Y escuches de mi
Te quiero, te quiero morena
Si pura es tu sonrisa, morena
Como será tu llanto, tus penas
Si sufre el más bello de los seres
Añorando sus viejos quereres
Serían sus lágrimas cual centellas
Que al cielo irían con su luz
Porque entre soles de amaneceres
Porque entre nubes de atardeceres
Y de anocheceres entre estrellas
Mucho más bella eres tu
Yo quiero tener el privilegio
Del exquisito candor de tus besos
Tal vez dirás al verme aquí
Cantando tu serenata
Que no es así, que no es verdad
Que esas son cosas que pasan
Pero te adoro, no es un capricho
No es un capricho si nace del alma
Anoche tuve el más hermoso sueño
Caminabas tu muy triste entre rosas
Yo te supliqué déjame ser dueño
De tu suspirar, tus suaves cabellos
Cascada de luz que irradia luceros
Y yo te juré mi idilio es eterno
Y como un milagro cayó el silencio
Y escuche tu voz diciendo
Te quiero, te quiero

Tradução da letra

Desde que vi os teus olhos, morena
Os dias para mim foram poemas
Porque com o teu olhar as pegadas
De mágoas que açoitavam a minha alma
Fugiram como uma nuvem viajante
Que morreu na tempestade
E nasceram os meus dísticos sinceros
Como das tempestades as águas
Que nascem cristalinas e tenras
Radiantes de imensidão
Com a minha ilusão viverei, morena
Porque os teus olhos dão vida eterna
Talvez me digas quando me vires aqui
Cantando sua serenata
Que não é assim, que não é verdade
Que essas são coisas que acontecem
Mas adoro-te, não é um capricho
Não é um capricho se nascer da alma
Antes era o peregrino sem terra
E encontrei o meu amor, fico, fico
Nunca se ouvirá, muito longe, Tão longe
Um triste flutter de ave passageira
Que vai sem cessar pelo largo céu
Gostaria de embebedar meu amor com seus beijos
E fazer você se sentir verdadeira paixão
E oiça de mim
Amo-te, amo-te morena
Se pura é o teu sorriso, morena
Como será o teu choro, as tuas tristezas
Se sofre o mais belo dos seres
Desejando seus velhos quereres
Seriam suas lágrimas como centelhas
Que para o céu iriam com a sua luz
Porque entre sóis de madrugada
Porque entre nuvens de entardeceres
E de anocheceres entre estrelas
Muito mais bonita és tu
Eu quero ter o privilégio
Do exquisito candor dos teus beijos
Talvez me digas quando me vires aqui
Cantando sua serenata
Que não é assim, que não é verdade
Que essas são coisas que acontecem
Mas adoro-te, não é um capricho
Não é um capricho se nascer da alma
Ontem à noite tive o sonho mais bonito
Andavas muito triste entre rosas
Eu implorei te deixa me ser dono
Do teu suspirar, teus suaves Cabelos
Cascata de luz que irradia luzes
E eu jurei te o meu idílio é eterno
E como um milagre o silêncio caiu
E ouvi a tua voz a dizer
Amo-Te, amo-te