Bersuit Vergarabat — La Calavera letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Calavera" de Bersuit Vergarabat.
Letra
Pensó en colores
Pa' olvidar los dolores
Pensó en caricias
Pa' no ver la traición
Abrió las paredes
A mazazos violentos
Con el ultimo aliento
De resignación
Y asi se marcho
YÃ(c)ndose para el Cielo
A un vasto horizonte
Que no tiene suelo
Jugó el descenso
Parado en muletas
Rodó la ruleta
Y perdió la ilusión
De cuando en cuando
Alguna corazonada
Que terminó siendo un viaje a la nada
Es la lontananza de la esperanza
La ruta mas popular
Y asi nace el asesino
Que no sabe a quien lastimar
Termina consigo mismo
Ja alguien tiene que matar
Cuando te mete un tiro
Se le nubla la visión
De tanto pasar hambre
Solo siente rebelión
Y, aunque ya lo dice el dicho
La calavera no chilla
Pa' mi que se esta enojando
Porque la muerte no es risa
La calavera gritó, la calavera gritó
La calavera gritó, la calavera gritó
La calavera gritó, la calavera gritó
La calavera grito, la calavera gritó
Huele, huele, coca, coca
Y cada ves esta mas roca
Huele, huele y mas le duele
No creer en otra cosa
Cuando ya no es mas de noche
Cierra fuerte la ventana
No quiere escuchar noticias
Del frio de la mañana
Por eso sale armado
Con su caparazón
Es dura la coraza
O se le sale el corazón
Y, aunque ya lo dice el dicho
La calavera no chilla
Pa' mi que se esta enojando
Porque la muerte no es risa
Llegaré, llegaré al sol
Mostrame otra ruta y llegaré Llevame, llÃ(c)vame al sol
De noche y de dia
Llegaré, llegaré al sol
Mostrame otra ruta y llegaré Llevame, llÃ(c)vame al sol
De noche y de dia
La calavera gritó
Tradução da letra
Pensei em cores
Pa' esquecer as dores
Pensei em acariciar
Para nà £ o ver a traià § à £ o
Abriu as paredes
A golpes violentos
Com o último suspiro
De resignaà § à £ o
E assim vou-me embora
Yã (c) ndose para o céu
Para um vasto horizonte
Que não tem Solo
Jogamos a descida
De pé em muletas
RodÃ3 a roleta
E perdeu a ilusão
De vez em quando
Um palpite
Que acabou sendo uma viagem para o nada
É a lontanança da esperança
A rota mais popular
E assim nasce o assassino
Que não sabe a quem fazer mal
Acaba consigo mesmo
Alguém tem de matar
Quando ele te dá um tiro
A visà £ o fica turva
De tanta fome
Só sente revolta
E, embora o ditado já diz isso
O crânio não grita
O meu pai está a ficar zangado
Porque a morte não é risada
A caveira gritou, a caveira gritou
A caveira gritou, a caveira gritou
A caveira gritou, a caveira gritou
A caveira gritou, a caveira gritou
Cheira, cheira coca, coca
E você vê cada vez mais esta rocha
Cheira, cheira e mais dói
Não acreditar em outra coisa
Quando já não é mais de noite
Feche a janela com força
Não quer ouvir notícias
Do frio da manhã £
É por isso que ele está armado
Com sua concha
É dura a couraça
Ou o seu coração sai
E, embora o ditado já diz isso
O crânio não grita
O meu pai está a ficar zangado
Porque a morte não é risada
Chegarà ¡, chegarà ¡ao sol
Mostre-me outra rota e chegará Leve-me, llÃ(c)vame ao sol
De noite e de dia
Chegarà ¡, chegarà ¡ao sol
Mostre-me outra rota e chegará Leve-me, llÃ(c)vame ao sol
De noite e de dia
A caveira gritou