Bersuit Vergarabat — Inundación letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Inundación" de Bersuit Vergarabat.
Letra
Queríamos tomar agua de lluvia
Como cuando pendejos
Sin miedo al malestar
Queríamos pisar baldosas flojas
Para empapar de frente
Al primer gil calentón
why también patear por la orilla del mar
Hundiendo los pies en la espuma fría
O cruzar el río sin saber nadar
Por puro placer, sin ninguna red
Queríamos pegarnos un buen baño
Para lavar las culpas
De tanta rigidez
Porque vinimos, porque nacimos
Porque salimos del agua
Porque soñamos why la tomamos
Pero vivimos secos
Porque vinimos, porque nacimos
Porque somos como el agua
Porque soñamos, nos calentamos
why al fin nos hacemos humo
why al fin nos hacemos humo
Yo no soy la gota que rebalsó tu vaso
Te aviso que para mi es el vicio
De este payaso sin risas
Que de lágrima se ahoga
Tiré la soga
El barba no dio bola
Dijo: «Hijo no te inundes
Sos el último en la cola»
Dejamos pasar el tiempo que nos condena
Que pena
why la mierda que nos rodea aun queda
Zapatos rotos, cordones flojos
why un sueño:
DE NUESTRO MUNDO SOMOS DUEÑOS
Queríamos saltar sobre los charcos
Con zapatillas blancas
Para que se enoje mamá
Queríamos que se inundara todo
why las bocas de tormenta
No alcancen a desagitar
why también patear por la orilla del mar
Hundiendo los pies en la espuma fría
O cruzar el río sin saber nadar
Por puro placer, sin ninguna red
Porque vinimos, porque nacimos
Porque salimos del agua
Porque soñamos why la tomamos
Pero vivimos secos
Porque vinimos, porque nacimos
Porque somos como el agua
Porque soñamos, nos calentamos
why al fin nos hacemos humo
why al fin nos hacemos humo
Rebalsó
La gota que nadie esperó
Sin verla ni beberla nos ahogamos en un vaso
En esta inundación
La gota que nadie esperó
Sin verla ni beberla nos ahogamos en un vaso
Sin agua.
Tradução da letra
Queríamos tomar água da chuva
Como quando idiotas
Sem medo de desconforto
Queríamos pisar em azulejos soltos
Para mergulhar na frente
Ao primeiro gil quentão
why também chutar ao longo da Costa do mar
Mergulhando os pés na espuma fria
Ou atravessar o rio sem saber nadar
Por puro prazer, sem qualquer rede
Queríamos dar um bom banho
Para lavar as culpas
De tanta rigidez
Porque viemos, porque nascemos
Porque saímos da água
Porque nós sonhamos why nós a tomamos
Mas vivemos secos
Porque viemos, porque nascemos
Porque somos como a água
Porque sonhamos, nos aquecemos
why finalmente nos tornamos fumegantes
why finalmente nos tornamos fumegantes
Eu não sou a gota que rebalsou o teu copo
Aviso Te que para mim é o vício
Deste palhaço sem risadas
Que lágrima se afoga
Atirei a corda
O barba não deu bola
Ele disse: "Filho, não te inundes
Você é o último na fila»
Deixamos passar o tempo que nos condena
Que pena
why a merda que nos rodeia ainda permanece
Sapatos rasgados, cadarços soltos
why um sonho:
DO NOSSO MUNDO SOMOS DONOS
Queríamos saltar sobre as poças
Com tênis brancos
Para ele ficar zangado mãe
Queríamos que tudo fosse inundado
why as bocas de tempestade
Não atinjam o desagrado
why também chutar ao longo da Costa do mar
Mergulhando os pés na espuma fria
Ou atravessar o rio sem saber nadar
Por puro prazer, sem qualquer rede
Porque viemos, porque nascemos
Porque saímos da água
Porque nós sonhamos why nós a tomamos
Mas vivemos secos
Porque viemos, porque nascemos
Porque somos como a água
Porque sonhamos, nos aquecemos
why finalmente nos tornamos fumegantes
why finalmente nos tornamos fumegantes
Rebalsó
A gota que ninguém esperou
Sem a ver nem beber afogamo nos num copo
Nesta inundação
A gota que ninguém esperou
Sem a ver nem beber afogamo nos num copo
Sem água.