Bersuit Vergarabat — En La Ribera letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "En La Ribera" de Bersuit Vergarabat.

Letra

En la ribera
En la ribera hay hormonas
Hay redoblonas
Negras caderas que cinturean la miseria
En la ribera
Cloaca de la historia
Negros de la boca
O avellaneda
O laferrere
O la matanza, que todavía duele
Sólo se arroja basura
Se aspira pimienta blanca
Los corazones supuran
Y murguean
Danzas guerreras
Bailan al hambre
Cantan a la peste
Cueste lo que cueste
Es el arte de la pelea
Es una cámara de fotos comida del día
Un auto puede salvarlos un mes más
Como manada acechando a sus presas
No hay peor delito que dejarse basurear
En la ribera
En la ribera se culea
El paraplÃ(c)jico te mueve
Los abuelos te voltean
Y se culea
Rebelión indiferente
Regala vida el agujero
Flores del riachuelo
En la ribera
El sexo es barato
Conocí a los quince años
La cara de Dios
En la ribera
El chaperío revienta
Crecen más de la cuenta
El indio no desapareció
En la ribera
Cuelgan de a diez en las tetas
Son las condecoraciones
Que ningún genocida cargó
En la ribera
Si no se mueren de hambre
Es que algo queda en la sangre
Que el viento no se llevó
Y cumbiean
Todas las noches cumbiean
Cuentan historias que
Ni el más cruel imaginó
Mastican rabia
Como en antiguas reducciones
Sin siquiera saber
De dónde viene su piel
La púa es como una antigua lanza guerrera
La nueva arma del urbano cazador
Parece ser que envenenarlos, no es violencia
Es violencia su desesperación
En la ribera
En la ribera te culean
El paraplÃ(c)jico te mueve
El abuelo te chorea
Y se culea
Rebelión indigente
Regala vida el agujero
Flores del riachuelo
En la ribera
En la ribera te culean
El paraplÃ(c)jico te mueve
El abuelo te chorea
Y se culea
Rebelión indigente
Regala vida el agujero
Flores del riachuelo
En la ribera

Tradução da letra

Na margem do rio
Na margem existem hormônios
Existem redoblonas
Quadris pretos que cintuream a miséria
Na margem do rio
Esgoto da história
Pretos da boca
Ou avellaneda
Ou laferrere
Ou a matança, que ainda dói
Sim ele joga lixo
Pimenta branca é sugada
Os corações supuram
E murguean
Danças guerreiras
Dançam à fome
Cantam à peste
Custe o que custar.
É a arte da luta
É uma câmara de fotos comida do dia
Um carro pode salvá-los um mês mais
Como uma manada a perseguir as suas presas
Não há crime pior do que deixar se basurar
Na margem do rio
Na Ribeira culea-se
O paraplà (c) jico te move
Os avós viraram te
E culpa-se
Revolta indiferente
Dá vida ao buraco
Flores do Riacho
Na margem do rio
O sexo é barato
Conhecia os quinze anos
A cara de Deus
Na margem do rio
O chaperÃo rebenta
Eles crescem mais da conta
O índio não desapareceu
Na margem do rio
Penduram dez nas Mamas
São as condecorações
Que nenhum genocida carregou
Na margem do rio
Se você não morrer de fome
É que há algo no sangue
Que o vento não levou
E cumbiean
Todas as noites cumbiean
Eles contam histórias que
Nem o mais cruel imaginou
Mastigam raiva
Como em reduções antigas
Sem sequer saber
De onde vem sua pele
A púa à © como uma antiga lança guerreira
A nova arma do caçador urbano
Parece que envenená-los não é violência
É violência sua desesperança
Na margem do rio
Na margem do rio eles te Assam
O paraplà (c) jico te move
O avô chorea te
E culpa-se
Revolta indigente
Dá vida ao buraco
Flores do Riacho
Na margem do rio
Na margem do rio eles te Assam
O paraplà (c) jico te move
O avô chorea te
E culpa-se
Revolta indigente
Dá vida ao buraco
Flores do Riacho
Na margem do rio