Bersuit Vergarabat — Convalescencia En Valencia letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Convalescencia En Valencia" de Bersuit Vergarabat.

Letra

Hay alguien en la Luna de Valencia
Que ayer fue a dar una vuelta
Y se quedó a vivir allá…
Yo lo conozco, es un amigo infiel:
Se cortó solo y se lastimó
Tal vez algunos locos de aquel barrio
Compañeros de escenario
Lo podamos rescatar…
Porque una voz querida cruza el mar
Y toca fibras íntimas
Más cuando se anda tan lejos
Pidiendo auxilio en el desierto
Desintegrado, en un cráter cayó
Y está aturdido y sin reflejo
Y… llora cuando recuerda
Ese amor que lo hizo mierda
O porque no quiere reconocer
Que es un maldito argentino
Zarpado a full de fobia incierta
Siempre un mal de amor lamenta
Lleva una daga en el pecho…
Ésa es la ofrenda de una dama
Que no quiso rey
Y un viaje lento hasta una luna sin miel
Quedarse es tan triste como irse
Es que tiene una certeza:
Solo sabe equivocarse
Y va, perdido, esperando una señal
Preso en la bruma de la inercia
Más cuando se anda tan lejos
Pidiendo auxilio en el destierro
Desintegrado, en un cráter cayó
Y va aturdido y sin reflejos
Y… llora cuando recuerda
Ese amor que lo hizo mierda
O porque no quiere reconocer
Que está solo, en la Luna de Valencia
Solo en la Luna de Valencia, solo…

Tradução da letra

Há alguém na Lua de Valência
Que ontem foi dar uma volta
E ficou para viver lá…
Eu conheço-o, ele é um amigo infiel:
Cortou se e magoou se
Talvez alguns loucos daquele bairro
Companheiros de palco
Podemos resgatá Lo…
Porque uma voz querida atravessa o mar
E toca fibras íntimas
Mais quando ele vai tão longe
Pedindo ajuda no deserto
Desintegrado, em uma cratera caiu
E está atordoado e sem reflexo
E llora chora quando se lembra
Aquele amor que fez merda
Ou porque não quer reconhecer
Que é um maldito argentino
Zarpado para full of fobia incerta
Sempre um mal de amor lamenta
Tem um punhal no peito…
É a oferta de uma senhora
Que não quis rei
E uma viagem lenta até uma lua sem mel
Ficar é tão triste como sair
É que tem uma certeza:
Só sabe errar
E vai, perdido, esperando um sinal
Preso na névoa da inércia
Mais quando ele vai tão longe
Pedindo ajuda no exílio
Desintegrado, em uma cratera caiu
E está atordoado e sem reflexos
E llora chora quando se lembra
Aquele amor que fez merda
Ou porque não quer reconhecer
Que está sozinho, na Lua de Valência
Apenas na Lua de Valência, sozinho…