Benighted — The Cold Remains letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Cold Remains" de Benighted.
Letra
The candle is dead, the cold remains
Keep as a memory what you did to me Die for this! The wind makes the flame twist
Smile as you see my defeat
The scars are closed, the cold remains
The cold remains on my cold remains
Look me deep in the eyes
Around me falls the sweet and cruel darkness embrace
Let me love you, beautiful guiltiness, you devour me so slow
I can feel the demons of your run in my blood gnaw my veins from the inside
The sensation is so delicious
Hit and consume my equilibrium
Hit and consume deeds of survival
There’s no wrath or remorse as I creep until the unknown abyss
It’s only the fear as I see my cold remains
Spilled everywhere around me It makes confuse my sense, forget the limits of my own body
The place where I lay savagely left to die
My tongue is dry, my teeth are chattering
I feel the awful taste and nausea envelop my brain
In an opaque veil which shrinks and smothers it The hazy horizon grows and the flame still shakes
The pale silhouettes disappear one by one
They can dance, I don’t care
There’s this sweet gasp rocking my heart
Its beats are so slow and discreet now, like falling asleep
I see the candle extinguish
Fire consumes the wax and vanishes away
Daddy will never leave you my lovely kids… the scars are closed
The candle is dead, the cold remains
The cold remains on my cold remains
Tradução da letra
A vela está morta, o frio permanece
Guarda como memória o que me fizeste morrer por isto! O vento faz a chama girar
Sorri enquanto vês a minha derrota
As cicatrizes estão fechadas, o frio permanece
O frio permanece nos meus restos frios
Olha-me bem nos olhos
À minha volta cai o doce e cruel abraço das trevas
Deixa-me amar-te, linda culpa, devoras-me tão lentamente
Sinto os demónios da tua corrida no meu sangue a roerem-me as veias por dentro.
A sensação é tão deliciosa.
Bater e consumir o meu equilíbrio
Bater e consumir actos de sobrevivência
Não há IRA ou remorso como eu rastejo até o abismo desconhecido
É só o medo que vejo o meu frio permanece
Derramado por todo o lado à minha volta confunde o meu sentido, esquece os limites do meu próprio corpo
O lugar onde me deito selvaticamente deixado para morrer
A minha língua está seca, os meus dentes estão a tagarelar
Sinto o sabor horrível e as náuseas a envolverem o meu cérebro.
Num véu opaco que encolhe e sufoca o horizonte nebuloso cresce e a chama ainda estremece
As silhuetas pálidas desaparecem uma a uma.
Eles sabem dançar, não quero saber.
Há um doce suspiro a abanar o meu coração
Suas batidas são tão lentas e Discretas agora, como adormecer
Vejo a vela a apagar-se.
O fogo consome a cera e desaparece
O papá Nunca vos deixará, meus queridos filhos. as cicatrizes estão fechadas.
A vela está morta, o frio permanece
O frio permanece nos meus restos frios