Benighted — Grind Wit letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Grind Wit" de Benighted.
Letra
Etranges visions perdues dans mon sommeil
L’homme est assis, violemment immobile.
Il trempe sa lame dans la médiocrité,
Et dans le sang la pointe immaculée
Ivre mort, suspendu aux lèvres du mépris
Il compose et un long sillon coule.
Il écorche l’esquisse jusqu'à en fléchir la trame
Il tapisse mon corps de ses mucosités
A l’ornière ruisselle l'éclat de ma structure viscérale
Le prisme et ses reflets ne renvoient que des cendres
Les bases sont fondées.
Ma part d’ombre t’appartient,
Tu porteras mes chaines
L’oeuvre inachevée, tableau de mon âme déconstruite
Ma part d’ombre t’appartient désormais.
Tu restes aveugle, tes mains tracent avec le mauvais sang
Ta signature sera celle de mon irréversible perte,
A laquelle je suis enchainé
Le mauvais guette, à l’affût de l’usure du temps,
Qui le laissera paraître
Et prendre le dessus lorsque l'écorce s’effritera.
Tu peux bruler ma langue, écorcher mes paupières,
Je saurai malgré tout
Et je rêve d’un noeud coulant se refermant inexorablement sur ma gorge.
Tradução da letra
Visões estranhas perdidas no meu sono
O homem senta-se violentamente imóvel.
Ele mergulha a lâmina na mediocridade,
E no sangue a ponta Imaculada
Bêbado morto, pendurado nos lábios do desprezo
Compõe-se e um longo sulco flui.
Tira o esboço até flexionar a moldura.
Ele está a encher-me o corpo com a perna.
Na rotina flui o brilho da minha estrutura visceral
O prisma e seus reflexos retornam apenas cinzas
O básico está de castigo.
A minha parte de sombra pertence-te.,
Usarás as minhas correntes.
O trabalho inacabado, a pintura da minha alma desconstruída
A minha parte da sombra agora pertence-te.
Ficas cego, as tuas mãos ficam cheias de sangue maligno.
A sua assinatura será a da minha perda irreversível.,
Ao qual estou acorrentado
O mal espreita, à procura do desgaste do tempo,
Quem o deixará aparecer
E tomar o topo quando a casca vai desmoronar.
Podes queimar a minha língua, esfolar as minhas pálpebras,
Eu saberei, apesar de tudo
E sonho com um nó a afundar-se inexoravelmente a fechar-me a garganta.