Benediction — Suffering feeds me letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Suffering feeds me" de Benediction.

Letra

Deep in the darkest mental recess
There dwelt a force within the abscess
That you called fear
You were never alone
One final victim’s dying dreams
An ecstasy of filth and screams
Emancipated nightmares
On a bloodied floor of dead prayers
In the walls you’ve built around your feeble mind
I’ll sleep through the cracks
Think of me as something you can control
But not predict the backlash
Suppressed inside, pent up terror mounts
You created me Ghastly automaton exacerbates your plight
Your suffering feeds me!
Now we, we are become the force
The denotative urge
Irrepressible the slayers revolt
O how this worms have turned
Forever repressed, imprisoned for being born
Antimony incarnate
The bastard, prodigal son returns
Bearing gifts to decimate
No more the false enlightenment
Only your death
Revealed
Blood seeking redress
You cry out all you like
There’s noone to care
Rotting in a prison that you built from lies
Revisiting your crimes at source
With not a shred of regret
You brought this torture upon yourself
Suffering pain begets
Inflict no more, you wretched fool
Your time is it an end
Divinity a forsaken dream
A rubicon you’ll never transcend

Tradução da letra

No fundo do recesso mental mais obscuro
Havia uma força dentro do abcesso
Que você chamou de medo
Nunca estiveste sozinho.
Os últimos sonhos de uma vítima
Um êxtase de imundície e gritos
Pesadelos emancipados
Num chão ensanguentado de orações mortas
Nas paredes que construíste à volta da tua mente débil
Vou dormir pelas fendas
Pensa em mim como algo que podes controlar.
Mas não prever a reacção.
Reprimido por dentro, reprimido o terror
Criaste-me um autómato medonho que agrava a tua situação.
O teu sofrimento alimenta-me!
Agora nós, tornamo-nos a força
A necessidade denotativa
Irreprimível a revolta dos assassinos
O como estes vermes se transformaram
Para sempre reprimido, preso por nascer
Encarnado de antimónio
O filho bastardo e pródigo regressa
Com presentes para dizimar
Não mais a falsa iluminação
Apenas a tua morte.
Revelar
Sangue à procura de reparação
Grita o quanto quiseres.
Não há ninguém para se preocupar.
A apodrecer numa prisão que construíste a partir de mentiras.
Revisitar os seus crimes na fonte
Sem um pingo de arrependimento
Foste tu que provocaste esta tortura.
Sofrimento gera dor
Não inflige mais, seu tolo miserável.
O teu tempo é um fim
Divindade um sonho abandonado
Um Rubicão que nunca transcenderás