Belen Arjona — La diosa del abismo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La diosa del abismo" de Belen Arjona.

Letra

Abriréen la noche la ventana
Quiero escapar de aquí
Y asíromper con las reglas
Amaré, reiréhasta llorar
No quiero más, que disfrutar
Y del estrés huir…
Levantarme mal, correr a buscar, el mismo autobús
La universidad, fumar y fumar y sin un pavo estar, y ¡soñar!
Correr a ensayar, y también llorar, caminar sin más
Por esta ciudad, que estásucia y ruin
¡Quiero irme de aquí! Ir muy lejos
Y me largaréa otra dimensión
Romperémi fe, cambiaréel guión
Dejaréde ser niña fiel atada y sin lengua
Y me largarésin decir adiós
Desconectarémi corazón
Buscaré, otra dirección
Ya no seréla Diosa del abismo…
Lograré, quitarme las cadenas
No volveréa ser un zombie más por las aceras
Y darémil pasos al revés
No quiero ser el maldito pez
Que siempre tiene sed…
Y de aquísaldré, ya no me caeré, y no sufriré, no daréun traspiés
Ilusión tendré, el fuego apagaré, con mis pies
No me achantaré, solo tendréfe, cogeréun tren, al amanecer
Contaréhasta diez y no me esconderé, voy a ser libre
Despierto y oigo decir que no hay mar a donde ir, que no hay sol, no hay amor
Ya no hay ganas de reír, la violencia, el horror, mil paredes que se caen al suelo
No hay nada detrás del telón, sólo existe la traición, la opresión y el rencor
Y en las calles del dolor, la ambición, el temor, la tristeza de vivir así…
Sólo destruyendo

Tradução da letra

Abre a janela à noite
Quero fugir daqui
E assimimper com as regras
Vou amar, rir até chorar
Não quero mais, do que desfrutar
E do estresse fugir…
Levantar-me mal, correr para procurar, o mesmo ônibus
Faculdade, fumar e fumar e sem um peru estar, e sonhar!
Correr para ensaiar, e também chorar, andar sem mais
Por esta cidade, que estásujo e ruin
Quero sair daqui! Ir muito longe
E vou fugir para outra dimensão
Vamos quebrar a fé, vou mudar o guião
Deixarei de ser menina fiel amarrada e sem língua
E vou me embora sem dizer adeus
Vamos desligar o coração
Vou procurar outra morada
Já não serei a deusa do abismo…
Vou conseguir, tirar as correntes
Nunca mais serei um zombie nas calçadas
E vou dar os passos ao contrário
Não quero ser o maldito peixe
Que está sempre com sede…
E de aquisaldré, já não cairei, e não sofrerei, não darei um traspés
Ilusão terei, o fogo apagarei, com meus pés
Não me achantarei, só teréfe, pegarei um trem, ao amanhecer
Vou contar até dez e não me esconderei, vou ser livre
Acordo e ouço dizer que não há mar para onde ir, que não há sol, não há amor
Não há mais vontade de rir, violência, horror, mil paredes caindo no chão
Não há nada por trás da cortina, há apenas traição, opressão e rancor
E nas ruas da dor, ambição, medo, tristeza de viver assim…
Apenas destruindo