Barricada — 22 de mayo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "22 de mayo" de Barricada.
Letra
Que ha pasado para que el barro guarde tus pasos antes de salir
Quizás el hambre fue la culpable de querer escapar subiendo hasta el cielo
Sin más instrumento que tu propio cuerpo encadenado a los huesos
Y al montón de piojos
Que guarda este infierno donde se queman todos los sueños
Y sin esperanza se arde
Que ha pasado para que el barro guarde tus pasos antes de salir
Hacinamiento, trato inhumano, sólo el deseo de sobrevivir
Y salir corriendo para abrazar a la libertad que está esperando tras la puerta
Fecha para no olvidar (22 de mayo), fue la fuga del penal (22 de mayo)
Ezkaba todavía es (22 de mayo) la rabia allí enterrada (22 de mayo)
Buen momento es la hora de la cena cuando pasan el caldero los centinelas
Hacerse con las llaves de las cancelas y en media hora ¡ya están fuera!
Va oscureciendo, llegan las fuerzas con potentes reflectores y cortando
carreteras
No hubo lucha, ni resistencia, de cadáveres descalzos sembraron las laderas
A doscientos siete les costó la vida, sólo tres pasaron la frontera
En el diario oficial una nota escueta fue su triste réquiem
Fecha para no olvidar (22 de mayo), fue la fuga del penal (22 de mayo)
Ezkaba todavía es (22 de mayo) la rabia allí enterrada (22 de mayo)
(Gracias a cuellodepavo por esta letra)
Tradução da letra
O que aconteceu para a lama manter seus passos antes de sair
Talvez a fome tenha sido a culpada de querer fugir subindo para o céu
Sem mais instrumentos do que o teu próprio corpo acorrentado aos ossos
E o monte de piolhos
Que guarda este inferno onde se queimam todos os sonhos
E sem esperança arde
O que aconteceu para a lama manter seus passos antes de sair
Superlotação, tratamento desumano, apenas o desejo de sobreviver
E sair correndo para abraçar a liberdade que você está esperando atrás da porta
Data para não esquecer (22 de maio), foi a fuga do criminoso (22 de maio)
Ezkaba ainda é (22 de maio) raiva lá enterrado (22 de maio)
Bom tempo é hora do jantar quando o caldeirão as sentinelas passam
Apanhem as chaves das cancelas e daqui a meia hora já estão fora!
Vai escurecendo, chegam as forças com poderosos refletores e cortando
estradas
Não houve luta, nem resistência, de cadáveres descalços semearam as encostas
Duzentos e sete custou-lhes a vida, apenas três passaram a fronteira
No Jornal oficial uma nota concisa foi o seu triste réquiem
Data para não esquecer (22 de maio), foi a fuga do criminoso (22 de maio)
Ezkaba ainda é (22 de maio) raiva lá enterrado (22 de maio)
(Graças ao pescoçodepavo por esta letra)