Barcella — Cocinelle letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Cocinelle" de Barcella.
Letra
Nous avons grandi ensemble dans des lits superposés partageant nos pots de chambre et nos belles années au rythme de l’enfance oh cette rue de la belle
Provence.
Tu es venue me défendre pour quelques billes égarée face a Gaspard et sa bande
en cours de récré et tu as su t’y prendre tu as su me faire respecter
Si c’est vrai, tu peut me croire toi tu me donnes des ailes, nul ne sert de te dire que je t’aime tu es ma s ur de bohème.
Si c’est vrai, sache que ça n’a rien de confidentiel, le monde entier sait
comme tu es belle oh toi ma s ur de bohème.
Autant que je m’en souvienne, de toi j’ai tout hérité tes pyjamas tes mitaines,
tes chaussettes trouées sont devenues les miennes je me les suis appropriées
Que le temps est fait des siennes mes souvenirs restent figés bataille de tartes a la crème, polochons brisés tu connais la rengaine cherche moi tu vas
me trouver.
Si c’est vrai, tu peut me croire je vais brisé tes ailes, nul ne sert de te dire que je t’aime, tu es ma s ur de bohème.
Si c’est vrai, sache que ça n’a rien de confidentiel, le monde entier sait que
le petites sauterelles face aux criquets font moins les belles
On se chamaille, on se teste, on se fait la guerre, moi la canaille,
toi la peste drôle de misère du meilleur comme du pire, moi je sais ce qu’il
me reste puisqu’on s’aime plus que l’on se déteste.
Si c’est vrai, tu peut me croire tu es mon arc-en-ciel, nul ne sert de te dire
que je t’aime, tu es ma soeur de bohème.
Si c’est vrai, tu peut me croire petite coccinelle, ton prénom résonne comme
universel, Pauline accepte ce poème.
(Merci à Rose-Léonie pour cettes paroles)
Tradução da letra
Crescemos juntos em beliches partilhando os nossos Tachos e os nossos belos anos ao ritmo da infância oh esta rua de beleza
Provencal.
Vieste defender - me por umas bolas perdidas à frente do Gaspard e do bando dele.
durante o intervalo e sabias como fazê-lo, sabias como fazer-me respeitar.
Se for verdade, podes acreditar que me dás asas, ninguém te pode dizer que te amo.tu és o meu filho da Boémia.
Se for verdade, saiba que não é confidencial, todo o mundo sabe
és tão bonita, meu boémio.
Tanto quanto me lembro, herdei tudo de TI. o teu pijama, as tuas Luvas.,
as tuas Meias perfuradas tornaram-se minhas. tenho-as apropriadas.
Aquele tempo é feito das minhas memórias permanecem congeladas Batalha de tartes de creme, Duques quebrados sabes que o rengana me procura tu vais
encontra-me.
Se for verdade, podes acreditar que te vou partir as asas, não vale a pena dizer-te que te amo, és o meu filho da Boémia.
Se for verdade, saiba que não é confidencial, todo o mundo sabe que
os pequenos gafanhotos enfrentam os gafanhotos fazem os belos menos
Lutamos, testamo-nos, fazemos guerra, eu, o canalha.,
tu és a peste da miséria do melhor e do pior, eu sei o que é.
Ainda o tenho desde que nos amamos mais do que nos odiamos.
Se for verdade, podes acreditar que és o meu arco-íris, não vale a pena dizer-te
que te amo, és a minha irmã Boémia.
Se for verdade, podes acreditar em mim pequena joaninha, o teu nome ressoa como
universal, Pauline aceita este poema.
(Agradecimentos a Rose-Leonie por estas palavras)