Barbara — À peine letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "À peine" de Barbara.
Letra
A peine le jour s’est levé,
A peine la nuit va s’achever
Que déjà, ta main s’est glissée,
Légère, légère.
A peine sorti du sommeil,
A peine, à peine tu t'éveilles
Que déjà, tu cherches ma main
Que déjà, tu frôles mes reins.
L’aube blafarde, par la fenêtre,
L’aube blafarde, va disparaitre.
C’est beau: regarde par la fenêtre.
C’est beau: regarde le jour paraitre.
A chaque jour recommencé,
A se vouloir, à se garder,
A se perdre, à se déchirer,
A se battre, à se crucifier.
Passent les vents et les marées.
Mille fois perdus, déchirés,
Mille fois perdus, retrouvés,
Nous restons là, émerveillés.
Mon indocile, mon difficile
Et puis docile, mon si fragile,
Tu es la vague où je me noie,
Tu es ma force, tu es ma loi.
A peine le temps s’est posé,
Printemps, hiver, automne, été.
Tu t’en souviens? C'était hier,
Printemps, été, automne, hiver.
A peine tu m’avais entrevue,
Déjà, tu m’avais reconnue.
A peine je t’avais souri
Que déjà, tu m’avais choisie.
Ton indocile, ta difficile
Et puis docile, ta si fragile,
Je suis la vague où tu te noies,
Je suis ta force, je suis ta loi.
Dans la chambre, s’est glissée l’ombre.
Je t’aperçois dans la pénombre.
Tu me regardes, tu me guettes.
Tu n'écoutais pas, je m’arrête.
Au loin, une porte qui claque.
Il pleut, j’aime le bruit des flaques.
Ailleurs, le monde vit, ailleurs
Et nous, nous vivons là, mon c ur Et je m’enroule au creux de toi
Et tu t’enroules au creux de moi.
Le temps passe vite à s’aimer.
A peine l’avons-nous vu passer
Que déjà, la nuit s’est glissée,
Légère, si légère.
Ta bouche à mon cou, tu me mords.
Il fait nuit noire au dehors.
Ta bouche à mon cou, je m’endors.
Dans le sommeil, je t’aime encore.
A peine je suis endormie
Que déjà, tu t’endors aussi.
Ton corps, à mon corps, se fait lourd.
Bonsoir, bonne nuit, mon amour…
Tradução da letra
Dificilmente o dia ressuscitou,
Dificilmente a noite terminará
Que já, a tua mão escorregou,
Luz.
Quase sem dormir,
Dificilmente, mal acordas
Que já procuras a minha mão
Já estás a mexer nos meus rins.
A alvorada de blafarde, pela janela,
O amanhecer de blafarde desaparecerá.
Olha pela janela.
É lindo: olha para o dia.
Todos os dias de novo,
Para amar, para manter,
Para se perder, para rasgar,
Lutar, crucificar.
Ventos e marés passam.
Mil vezes perdido, rasgado,
Mil vezes perdido, encontrado,
Ficamos ali, espantados.
A minha indocidade, a minha dificuldade
E depois dócil, meu tão frágil,
És a onda onde me afogo,
És a minha força, és a minha lei.
Mal chegou a hora,
Primavera, Inverno, Outono, Verão.
Lembras-te disso? Foi ontem.,
Primavera, Verão, Outono, Inverno.
Acabaste de me conhecer.,
Já me reconheceu.
Mal sorri para ti.
Que já me escolheste.
A tua indocidade, a tua dificuldade
E depois dócil, tão frágil,
Sou a onda onde te afogas,
Sou a tua força, sou a tua lei.
No quarto, a sombra escorregou.
Consigo ver-te no escuro.
Observa-me, observa-me.
Não estavas a ouvir, estou a parar.
Ao longe, uma porta bate.
Está a chover, gosto do som das poças.
Em outro lugar, o mundo vive, em outro lugar
E nós, vivemos lá, o meu coração e eu envolvemo-nos no vazio de TI.
E estás a acabar na minha hollow.
O tempo passa rapidamente para se amarem.
Mal o vimos passar.
Que já, a noite escorregou,
Luz, tão leve.
A tua boca no meu pescoço, morde-me.
Está escuro lá fora.
A tua boca no meu pescoço, estou a adormecer.
Enquanto durmo, ainda te amo.
Mal estou a dormir.
Isso já, também adormeces.
O teu corpo, o meu corpo, está a ficar pesado.
Boa Noite, Boa noite, meu amor…