Barbara — Le Bourreau letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le Bourreau" de Barbara.

Letra

Tendu de crêpe, au crépuscule,
Flanqué d’un grand noir majuscule,
Au zénith profond de minuit,
Il avance dedans la nuit,
Le bourreau, le bourreau.
Moi, je le nargue lentement,
Comme un jour d’hiver au printemps,
Comme la toute dernière gelée
Sur l’avant-garde de l'été,
Ce bourreau, ce bourreau.
Car moi je vis, comme un printemps
Qui en sait peu, qui ne sait pas,
Car moi je vis, comme un éclat
De feu d’amour en feu de joie
Et tant pis si, de temps en temps,
Il neige un peu sur mes printemps.
Je sais bien que, certains matins,
Il y a des fleurs de chagrin.
Flanqué de son grand M majuscule,
Tendu de crêpe au crépuscule,
Au zénith profond de mes nuits,
Il avance dedans ma vie,
Le bourreau, le bourreau.
Il connaît très bien son chemin.
Tous les chiens lui lèchent la main.
Il connaît très bien son chemin.
Tous les chiens lui lèchent la main,
Au bourreau, au bourreau
Mais moi je vis, comme un printemps
Qui sait très bien, qui prends son temps,
Mais je vis en attendant,
Le temps qu’il me reste de temps
Et bien sûr, que de temps en temps,
Il a neigé sur mes printemps
Mais je n’ai pas, dans mon jardin
Que des fleurs couleur de chagrin.
Quand se pose le crépuscule,
Vêtue d’un grand noir majuscule,
Gantée d’un velours noir qui luit,
Moi, je m’en vais vivre ma vie
Sans bourreau, sans bourreau.
Tout en le narguant lentement,
J’aurais cueilli tous mes printemps.
J’aurais vécu d’avoir aimé.
J’aurais tout pris, tout partagé,
Sans bourreau, sans bourreau.
Il peut venir au crépuscule,
Flanqué de son M majuscule.
Au dernier souffle de ma vie,
Il ne prendra qu’un corps sans vie.
Il ne prendra qu’un corps sans vie,
Le bourreau, le bourreau, le bourreau…

Tradução da letra

Crepe esticar, ao anoitecer,
Flanqueado por uma grande capital Negra,
No apogeu profundo da meia-noite,
Ele entra à noite.,
O Carrasco, O Carrasco.
Gozei com ele lentamente.,
Como um dia de inverno na primavera,
Como a última geleia
Na vanguarda do verão,
Que valentão, que valentão.
Pois eu vivo, como uma primavera
Quem sabe pouco, quem não sabe,
Pois eu vivo, como um brilho
Do fogo do amor ao fogo da alegria
E tanto, de vez em quando,
Neva um pouco na minha primavera.
Eu sei bem disso, algumas manhãs,
Há flores de tristeza.
Flanqueada pela sua grande capital M,
Crepe esticar ao anoitecer,
No auge profundo das minhas noites,
Ele está a seguir em frente na minha vida.,
O Carrasco, O Carrasco.
Ele conhece o seu caminho muito bem.
Todos os cães lhe lambem a mão.
Ele conhece o seu caminho muito bem.
Todos os cães lambem-lhe a mão,
Para o carrasco, para o carrasco
Mas eu vivo, como uma primavera
Quem sabe muito bem, quem leva o seu tempo,
Mas eu vivo enquanto isso,
O tempo que me resta
E claro, isso de vez em quando,
Nevou na minha primavera
Mas eu não tenho, no meu jardim
Aquela cor das flores da dor.
Quando o crepúsculo Surge,
Vestido de preto maiúsculo,
Luvas com veludo preto brilhante,
Vou viver a minha vida
Sem carrasco, sem Carrasco.
Enquanto o provocava lentamente,
Eu teria escolhido toda a minha primavera.
Eu teria vivido para amar.
Eu teria levado tudo, compartilhado tudo,
Sem carrasco, sem Carrasco.
Pode vir ao anoitecer,
Flanqueada pela sua capital, M.
No último sopro da minha vida,
Ele só vai levar um corpo sem vida.
Ele só tirará um corpo sem vida.,
O Carrasco, O Carrasco, O Carrasco…