Babasonicos — Aduana de Palabras letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Aduana de Palabras" de Babasonicos.

Letra

Saludos del otro lado del gran vidrio
Hay alguien que no se parece a mí
Y sin embargo en la gran ciudad
Bajo el influjo de lámparas mata insectos
Somos iguales somos panteras negras al acecho
Que están a punto de comerse.
Un puñado de papel con palabras
Todas esas palabras que no puedo ni quiero escribir
Me desesperan todas esas palabras que de pudor no saben hablan por mí.
Mírame de lejos y veras como tu dios colapsa dentro mío
Bajo este cielo de papel mache
Entre el humo de sahumerios y pachuli
Estas a punto de que todo te resbala
Y yo a punto de decir lo que no soy.
Un puñado de papel con palabras
Todas esas palabras que no puedo ni quiero escribir
Me desesperan todas esas palabras que de pudor no saben hablan por mí.
Habiendo soltado las riendas de mi carrosa de cuero
Mi congoja jadea mi sentido enloquece
Mis fauces resueltas reclamen tu aliento.
Un puñado de papel con palabras
Todas esas palabras que no puedo ni quiero escribir
Me desesperan todas esas palabras que de pudor no saben hablan por mí.
Todas esas palabras que no puedo ni quiero escribir
Me desesperan todas esas palabras que de pudor no saben hablan por mí.

Tradução da letra

Saudações do outro lado do grande vidro
Há alguém que não se parece comigo
E ainda na grande cidade
Sob a influência de lâmpadas mata insetos
Somos iguais somos panteras negras à espreita
Que estão prestes a comer.
Um punhado de papel com palavras
Todas aquelas palavras que não posso nem quero escrever
Desesperam - me todas aquelas palavras que de pudor não sabem falam por mim.
Olha para mim de longe e verás como o teu Deus colapsa dentro de mim
Sob este céu de papel mache
Entre a fumaça do incenso e patchouli
Estás prestes a escorregar tudo
E eu prestes a dizer o que não sou.
Um punhado de papel com palavras
Todas aquelas palavras que não posso nem quero escrever
Desesperam - me todas aquelas palavras que de pudor não sabem falam por mim.
Tendo soltado as rédeas da minha carrosa de couro
O meu tédio ofende o meu sentido enlouquece
Minhas Mandíbulas resolvidas reclamem Seu encorajamento.
Um punhado de papel com palavras
Todas aquelas palavras que não posso nem quero escrever
Desesperam - me todas aquelas palavras que de pudor não sabem falam por mim.
Todas aquelas palavras que não posso nem quero escrever
Desesperam - me todas aquelas palavras que de pudor não sabem falam por mim.