Avalanch — Cambaral letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Cambaral" de Avalanch.
Letra
De este lugar
Cuentan leyendas e historias y juran que asi ocurrieron
Siglos atras
Las tropas del Rey, en sangrienta battalla a un joven de muerte hirieron
Y el rey, con crueldad
Asi le encerro
Su herida mortal no obtuvo perdon
Y en el suelo espero la muerte, sin ver la luz del sol
Sin fuerzas ni voz
Vio a una bella mujer que con pena llego hasta su celda
La muerte burlo
Su corazon ahora ciego de amor comenzo a latir con mas fuerza
Ella, hija del rey
El, un simple ladron
El destino, tan cruel
Les robo el corazon
En aquella prision y lejos de ver la luz del sol
«Dejame
Morir en tus brazos y asi un instante tal vez, podre ser feliz
Esta vez
La vida se rie de mi y ahora toca a su fin aunque quiera vivir
Quiero ver tu rostro otra vez
Ahora se que siempre estare junto a ti Aunque vaya a morir"
Dicen que ella escapo
Con su joven ladron
Pero el Rey les hallo
Y con furia y dolor
Ante un beso de amor
A los dos con su espada atraveso
«Dejame
Morir en tus brazos y asi un instante tal vez, podre ser feliz
Esta vez
La vida se rie de mi y ahora toca a su fin aunque quiera vivir
Quiero ver tu rostro otra vez
Ahora se que siempre estare junto a ti Aunque vaya a morir"
Cuentan que
En las noches de invierno se ve nacer una flor donde no llega el sol
Por amor
Sus almas unidas estan y se pueden amar para la eternidad
Puede ver su rostro otra vez
Y saber que siempre estara junto a el Junto a el
Tradução da letra
Deste lugar
Contam lendas e histórias e juram que assim aconteceu
Séculos atrás
As tropas do rei, em sangrenta batalha um jovem de morte ferido
E o rei, com crueldade
É assim que o tranco
Sua ferida mortal não obteve perdão
E no chão, espero a morte, sem ver a luz do sol
Sem forças nem voz
Viu uma bela mulher que com pena chegou até sua cela
A morte provocação
Seu coração agora cego de amor começou a bater com mais força
Ela, filha do rei
Ele, um simples ladrão
O destino, tão cruel
Roubei lhes o coração
Naquela prisão e longe de ver a luz do sol
"Deixa-me
Morrer nos teus braços e assim um instante talvez, possa ser feliz
Desta vez
A vida rie se de mim E agora toca ao fim mesmo que queira viver
Quero ver a tua cara outra vez
Agora sei que estarei sempre ao teu lado mesmo que vá morrer"
Dizem que ela fugiu
Com o seu jovem ladrão
Mas o rei achou
E com raiva e dor
Diante de um beijo de amor
Os dois com a espada
"Deixa-me
Morrer nos teus braços e assim um instante talvez, possa ser feliz
Desta vez
A vida rie se de mim E agora toca ao fim mesmo que queira viver
Quero ver a tua cara outra vez
Agora sei que estarei sempre ao teu lado mesmo que vá morrer"
Dizem que
Nas noites de Inverno vê se nascer uma flor onde não chega o sol
Por amor
Suas almas unidas estão e podem ser amadas para a eternidade
Pode ver o seu rosto outra vez
E saber que estará sempre junto a ele Junto a ele