Auryn — 1900 letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "1900" de Auryn.

Letra

Ya llegan las almas
Que nunca pudieron volar.
1900 historias
En el cementerio de la soledad.
Quise pensar que esta vez,
Nuestro reloj no marcaba un adiós.
Y aunque París se apagó,
Sigue latente esta historia de dos.
Encontrarás
En el silencio de esta ciudad,
Ganando a cada paso que dan,
Las sombras que hacen de mi mitad.
Una tragedia más.
Hay cicatrices abiertas
Y en el viejo edén tan solo tempestad.
Son solo cuentos de niños perdidos
Que buscan llegar a algo más.
Quise pensar que esta vez,
Conocería de nuevo el valor.
Trato de seguir en pie,
Sobre las tablas de nuestra función.
Encontrarás
En el silencio de esta ciudad,
Ganando a cada paso que dan,
Las sombras que hacen de mi mitad.
Una tragedia más.
Una tragedia más.
Esa voz que me impulsa
A borrar el dolor,
Tantos sueños perdidos
En nuestro rincón.
Ellas piensan que siempre
El culpable fui yo;
No soy yo.
Encontrarás
En el silencio de esta ciudad,
Ganando a cada paso que dan,
Sembrando el miedo al mirar atrás.
Esta obsesión
Toma un sentido tan inmortal.
Jugando a destrozar el honor,
Las sombras que hacen de mi mitad.
Una tragedia más.
Ohh ohh
Las sombras que hacen de mi mitad.
Una tragedia más.

Tradução da letra

As almas estão a chegar
Que nunca conseguiram voar.
1900 histórias
No cemitério da solidão.
Queria pensar que desta vez,
O nosso relógio não se despedia.
E apesar de Paris ter desligado,
Esta história de dois ainda está dormente.
Vais encontrar
No silêncio desta cidade,
A ganhar a cada passo que dão,
As sombras que fazem da minha metade.
Mais uma tragédia.
Há cicatrizes abertas
E no velho Éden apenas tempestade.
São só histórias de crianças perdidas
Eles procuram chegar a algo mais.
Queria pensar que desta vez,
Conheceria de novo a coragem.
Estou a tentar ficar de pé,
Sobre as tabelas da nossa função.
Vais encontrar
No silêncio desta cidade,
A ganhar a cada passo que dão,
As sombras que fazem da minha metade.
Mais uma tragédia.
Mais uma tragédia.
Aquela voz que me impulsiona
A apagar a dor,
Tantos sonhos perdidos
No nosso canto.
Elas pensam que sempre
O culpado fui eu;
Não sou eu.
Vais encontrar
No silêncio desta cidade,
A ganhar a cada passo que dão,
Semeando o medo ao olhar para trás.
Essa obsessão
Toma um sentido tão imortal.
Jogando para destruir a honra,
As sombras que fazem da minha metade.
Mais uma tragédia.
Ohh ohh
As sombras que fazem da minha metade.
Mais uma tragédia.