Armando Manzanero — Nada Personal (a dueto con Ana Torroja) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Nada Personal (a dueto con Ana Torroja)" de Armando Manzanero.

Letra

Entre tu y yo no hay nada personal,
es sólo el corazón que desayuna, come y cena de tu amor
en el café de la mañana, la canción de la semana
que muchas veces me emociona y otras tantas me hace daño.
Entre tu y yo no hay nada personal,
y sin embargo duermo entre mis sábanas soñando con tu olor,
vives aquí en mis sentimientos, me ocupaste el pensamiento.
Quizas te añore más no hay nada personal.
Aunque inventes los detalles y te encuentre en cada calle
yo te juro que no hay nada personal.
Sacas a flote mis tragedias y de repente las remedias.
Me haces loco, me haces trizas, me haces mal.
Y así en los dos no hay nada personal
te llevo en cada gota de mi sangre y en el paso de mi andar.
No necesito arrinconarte ni antes de dormir besarte
y es que en nosotros ya no hay nada personal.
Sacas a flote mis tragedias y de repente las remedias.
Me haces loco, me haces trizas, me haces mal.
Y así en los dos (y así en los dos)
no hay nada personal (no hay nada personal)
te llevo en cada gota de mi sangre y en el paso de mi andar.
No necesito arrinconarte ni antes de dormir besarte
y es que en nosotros ya no hay nada personal.
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Tradução da letra

Entre nós não há nada pessoal,
É só o coração que toma o pequeno-almoço, come e janta do teu amor
no café da manhã, a música da semana
que muitas vezes me excita e outras tantas me magoa.
Entre nós não há nada pessoal,
e no entanto eu durmo entre os meus lençóis sonhando com o seu cheiro,
vives aqui nos meus sentimentos, trataste-me do pensamento.
Talvez tenha saudades tuas. não há nada pessoal.
Mesmo que inventes os detalhes e te encontre em todas as ruas
juro que não há nada pessoal.
Levas à tona as minhas tragédias e, de repente, as medias.
Fazes-me louco, esmagas-me, fazes-me mal.
E assim em ambos não há nada pessoal
levo-te em cada gota do meu sangue e na passagem do meu andar.
Não preciso de te encurralar nem antes de dormir beijar te
e é que em nós já não há nada pessoal.
Levas à tona as minhas tragédias e, de repente, as medias.
Fazes-me louco, esmagas-me, fazes-me mal.
E assim nos dois (e assim nos dois)
não há nada pessoal (não há nada pessoal)
levo-te em cada gota do meu sangue e na passagem do meu andar.
Não preciso de te encurralar nem antes de dormir beijar te
e é que em nós já não há nada pessoal.
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