Arkaik — Elemental Synthesis letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Elemental Synthesis" de Arkaik.

Letra

Sway with visions stabbing the eyes of lucid acceptance*
Flowing omniscience, disguised in catatonic escalated rapture
A needle-work mosaic of the bones that penetrated inward
Withered and torn figments of vertebrate kingdoms
Left to stand as pigment arching thrones, forgotten in skin soaked reveries
As the flesh draped over serrated frames
Shatter forth cerebral beacons that languish in catatonic pupil dilations
There is no disguise that time allows We are all integrated as conductors as well as the machine
And when the flame of our conduit burns down
We will sink into infinity as its tide beckons us onward
Dig in to the patterns of the soil majestic rays of light spiral upon the lush
empires
Branching within the depths of this gacien temple
Vast in the reach as its grip holds tight, life forces un-bounding
Swell within the flow of tides, Immense topography that blankets the earth
Its movement controlled by the earthy satellite
That orbits and perpetuates the elements
At their core they are united by the threads of their binding fabric
At our core we are one
Gradual infinity eludes the boundaries of continuity
Overlapping in boundless pestilence, Careening through the infinite sea of atoms
Energies moving though out the cosmos, replicating universal patterns
Reflecting creation upon itself
This existential paradox that floods this universe
Grasp the hand of this mage as it leads you to the purest essence of all things
The flesh, the elements, the cosmos, At the core they are united with all
things as they pulsate their power
Shatter forth cerebral beacons that languish in catatonic pupil dialations
There is no disguise that time allows
For we are bound to all things in life then united in eternal death

Tradução da letra

Oscilação com visões apunhalando os olhos de aceitação lúcida*
Omnisciência fluente, disfarçada em catatónico êxtase escalado
Um mosaico dos ossos que penetraram para dentro
Figos murchados e rasgados de reinos vertebrados
Deixados de pé como pigmentos, tronos arqueados, esquecidos em devaneios ensopados de pele
Como a carne coberta por armações serrilhadas
Desfazem-se de faróis cerebrais que definham em dilações catatónicas das pupilas.
Não há disfarce de que o tempo nos permite estar todos integrados como condutores, bem como a máquina
E quando a chama da nossa conduta arder
Vamos afundar-nos no infinito enquanto a sua maré nos acena
Escavar para os padrões dos majestosos raios de luz espirais do solo sobre o exuberante
imperio
Ramificando - se dentro das profundezas deste templo gacien
Vasto na trincheira à medida que a sua aderência se mantém firme, forças de vida sem limites
Inchar dentro do fluxo de marés, imensa topografia que cobre a terra
Seu movimento controlado pelo satélite terrestre
Que orbita e perpetua os elementos
No seu âmago estão unidos pelos fios do seu tecido de ligação
No nosso âmago somos um
O infinito Gradual elude os limites da continuidade
Sobrepondo-se em pestilência ilimitada, cuidando através do mar infinito de átomos
Energias movendo-se para fora do cosmos, replicando padrões universais
Refletindo a criação sobre si mesma
Este paradoxo existencial que inunda este universo
Agarra a mão deste mago enquanto te leva à essência mais pura de todas as coisas.
A carne, os elementos, o cosmos, no núcleo, estão unidos com todos.
as coisas à medida que pulsam o seu poder
Desfazem-se de faróis cerebrais que definham em dialações catatónicas das pupilas.
Não há disfarce que o tempo permita
Pois estamos ligados a todas as coisas na vida então Unidos na morte eterna