Ariel Rot — Todavía es tarde letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Todavía es tarde" de Ariel Rot.

Letra

Yo estaba en un estado permanente de shock
Y toda la cordura fue a parar a la basura
Y el corazón entre las cosas que ya nadie usa
Pacté con el diablo por muy poco dinero
Me desperté muy pronto pero no llegué primero
Y ví mi nombre al revés en las rebajas de enero
Colgué mi sombrero muy lejos de casa
Y sentí la gloria de los que fracasan
Y en un pueblo llamado El Olvido
Engordé cuarenta kilos
Y te dije me retiro ya
Paso la vida viendo burbujas donde no hay
Todavía es tarde mis pupilas arden
Toco la guitarra sin enchufar
Paso la vida viendo burbujas donde no hay
Yo estaba en un estado permanente de shock
Y toda la cordura fue a parar a la basura
Y el corazón entre las cosas que ya nadie usa
Bajé con las luces de la madrugada
La frente caliente la mente inflamada
Y subí a la ambulancia y dejé que me llevaran
Colgué mi sombrero muy lejos de casa
Y sentí la gloria de los que fracasan
Y en un pueblo llamado El Olvido
Engordé cuarenta kilos
Y te dije me retiro ya
Paso la vida viendo burbujas donde no hay
Todavía es tarde mis pupilas arden
Toco la guitarra sin enchufar
Paso la vida viendo burbujas donde no hay
Paso la vida viendo burbujas donde no hay
Paso la vida viendo burbujas donde no hay
Paso la vida viendo burbujas donde no hay
Las letras de canciones pertenecen a sus autores y se muestran aquí por motivos
educativos

Tradução da letra

Eu estava em um estado permanente de choque
E toda a sanidade foi parar no lixo
E o coração entre as coisas que já ninguém usa
Eu concordei com o diabo por muito pouco dinheiro
Acordei muito cedo, mas não cheguei primeiro
E vi o meu nome ao contrário nas vendas de Janeiro
Pendurei o meu chapéu muito longe de casa
E senti a glória dos que falham
E numa cidade chamada esquecimento
Engordei quarenta quilos
E já te disse Vou me embora
Passo a vida vendo bolhas onde não há
Ainda é tarde as minhas pupilas ardem
Toco guitarra sem ligar
Passo a vida vendo bolhas onde não há
Eu estava em um estado permanente de choque
E toda a sanidade foi parar no lixo
E o coração entre as coisas que já ninguém usa
Desci com as luzes da madrugada
A testa aquece a mente inflamada
E entrei na ambulância e deixei que me levassem
Pendurei o meu chapéu muito longe de casa
E senti a glória dos que falham
E numa cidade chamada esquecimento
Engordei quarenta quilos
E já te disse Vou me embora
Passo a vida vendo bolhas onde não há
Ainda é tarde as minhas pupilas ardem
Toco guitarra sem ligar
Passo a vida vendo bolhas onde não há
Passo a vida vendo bolhas onde não há
Passo a vida vendo bolhas onde não há
Passo a vida vendo bolhas onde não há
As letras das músicas pertencem aos seus autores e são mostradas aqui por motivos
educacionais