Ariel Rot — Desordenada letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Desordenada" de Ariel Rot.
Letra
Ella deja las cartas sobre la mesa
Sus pasiones van del champán a la cerveza
Del salón hasta el callejón
Pone en orden su cabeza desordenada
Pero si un hombre la llama
No sabe decir que no
Ella pasa las noches en la subasta
Y en la vida nunca sabe decir basta
Y a veces paga de más
Y al volver de una batalla perdida
Las cornadas recibidas se las cura en soledad
Mujer sin mañana ni ayer
Dispuesta a saltar al vacío y burlar a la ley
Para distraer al destino
A veces amigo, a veces enemigo, y a veces cruel
Amiga de los amores mal entendidos
De caprichos que pronto pasan al olvido
Del placer de lo fugaz
Y aunque se codee con mendigos
La elegancia y el estilo no los perderá jamás
Mujer sin mañana ni ayer
Dispuesta a saltar al vacío y burlar a la ley
Para distraer al destino
A veces amigo, a veces enemigo, y a veces cruel
Esta historia que no termina
Que siempre empieza
Sin final, sin moral, sin moraleja
Sin intención de juzgar
Ya ves ella no cumple condena
Y no terminó en la trena
Como el pobre de Oscar Wilde
Mujer sin mañana ni ayer
Dispuesta a saltar al vacío y burlar a la ley
Para distraer al destino
A veces amigo, a veces enemigo, y a veces yo qué sé
Yo que sé…
Tradução da letra
Ela deixa as cartas na mesa
Suas paixões vão do champanhe à cerveja
Do salão até ao Beco
Ele coloca sua cabeça desarrumada em ordem
Mas se um homem a chama
Não sabe dizer não
Ela passa as noites no leilão
E na vida ele nunca sabe dizer o suficiente
E às vezes paga demais
E voltando de uma batalha perdida
As cornadas recebidas são curadas na solidão
Mulher sem amanhã ou ontem
Disposta a saltar para o vazio e enganar a lei
Para distrair o destino
Às vezes, amigo, às vezes inimigo, e às vezes cruel
Amiga dos amores mal entendidos
De caprichos que logo passam ao esquecimento
Do prazer do fugaz
E mesmo que se envolva com mendigos
A elegância e o estilo nunca os perderão
Mulher sem amanhã ou ontem
Disposta a saltar para o vazio e enganar a lei
Para distrair o destino
Às vezes, amigo, às vezes inimigo, e às vezes cruel
Esta história que não termina
Que sempre começa
Sem fim, sem moral, sem moral
Sem intenção de julgar
Vês ela não está a cumprir pena
E não acabou na trena
Como o pobre do Oscar Wilde
Mulher sem amanhã ou ontem
Disposta a saltar para o vazio e enganar a lei
Para distrair o destino
Às vezes amigo, Às vezes inimigo, e às vezes eu o que sei
Eu que sei…